ENFIA A TUA ESPADA NA BAINHA!

“Jesus disse a Pedro: ‘Enfia a tua espada na bainha! Não hei de beber eu o cálice que o Pai me deu?’” (Jo 18,11).

Não podemos entender a reação de Pedro? No jardim do Getsêmani, ele teve que ver com seus próprios olhos como seu amado Mestre foi aprisionado. Não deveria defendê-lo? Não estaria mostrando desta maneira a Jesus seu amor, sua fidelidade e também sua coragem?

Certamente é assim, Pedro. Mas Jesus é diferente e precisamos primeiro aprender a conhecê-lo… Tu, Pedro, experimentaste isso: o amor humano não é forte o suficiente. Ele precisa da luz do Espírito Santo, para que a sabedoria penetre na alma do homem, de modo que ele se torne forte em Deus e capaz de suportar os sofrimentos que lhe sobrevêm no caminho de seguimento do Senhor.

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Tudo tem seu tempo

Ecl 3,1-11

Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Tempo de matar e tempo de curar; tempo de demolir e tempo de construir. Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de gemer e tempo de dançar. Tempo de atirar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de apartar-se. Tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora. Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar. Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz. Que proveito tira o trabalhador de sua obra? Vi o trabalho que Deus impôs aos homens, para que nele se ocupassem. As coisas que Deus fez são boas a seu tempo. Ele pôs, além disso, no seu coração, a duração inteira, sem que ninguém possa compreender a obra divina de um extremo ao outro.

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