Na meditação de ontem, conhecemos a história de São Jorge baseando-nos na Legenda Áurea. Com a força de Cristo, ele conseguiu salvar a princesa que seria sacrificada ao dragão. Em decorrência disso, a população pagã daquela cidade converteu-se à fé cristã. A meditação foi concluída com a seguinte reflexão:
VIDAS DOS SANTOS “São Jorge: vencedor do dragão e mártir”
Provavelmente, há poucos santos tão conhecidos e cercados de tantas histórias e lendas como São Jorge, cuja festa é comemorada hoje na Santa Missa. Em geral, ele é representado como o matador do dragão e é muito venerado em todo o mundo cristão, tanto no Oriente quanto no Ocidente. Em torno da matança do dragão surgiu a seguinte história, que citarei de forma resumida da Legenda Áurea de Tiago de Vorágine:
VIDAS DOS SANTOS “Relação de confiança com Deus – Reflexões sobre São Conrado”
Sem dúvida, maravilhamo-nos diante do testemunho de São Conrado, cuja vida foi tão fecunda no humilde e esgotante serviço de frade porteiro, que desempenhou durante quarenta e um anos, até três dias antes de sua morte. Através do irmão Conrado, os peregrinos que chegavam ao santuário de Altötting podiam experimentar a presença de Deus de uma forma muito próxima. Ele mesmo nos revelou algo do «segredo» do seu amor, que o mantinha tão intimamente unido ao Senhor.
VIDAS DOS SANTOS “São Conrado de Parzham: apóstolo da santidade”
Após as meditações sobre a Ressurreição do Senhor e as realidades últimas do homem, gostaria de retomar algo que comecei no ano passado: tratar com frequência da vida dos santos do dia. Não serão necessariamente sempre os santos cuja memória é celebrada na liturgia do dia, mas também falarei daqueles que talvez sejam menos conhecidos ou que apenas são venerados em nível local, mas que também figuram nos santorais.
Segunda-feira da III Semana da Páscoa “Purgatório: a purificação após a morte”
Para completar esta série de meditações sobre os «novíssimos» (ou últimas coisas), resta-nos apenas abordar o tema do purgatório, que é muito importante, embora frequentemente incompreendido. Apesar da sua seriedade, a doutrina do purgatório revela-se muito reconfortante.
O inferno
Uma reflexão sobre as «postrimes» — as realidades últimas do homem — ficaria incompleta se não abordássemos também a possibilidade de o ser humano fracassar em seu caminho. Tanto a Sagrada Escritura quanto a Tradição da Igreja dão testemunho inequívoco da existência do inferno.
Sábado da Segunda Semana da Páscoa “O céu: a vida eterna com Deus (II)”
Como vimos na meditação de ontem, o bem supremo que nos espera no Céu é a visão beatífica de Deus, que nos tornará infinitamente felizes. Alguns Padres da Igreja tentaram, de certa forma, tornar acessível o inacessível para nós. Gostaria de citar a seguir uma dessas vozes para aumentar o nosso anseio pelo que nos aguarda. Santo Agostinho, mestre da palavra, escreve em A Cidade de Deus:
