“Em verdade, em verdade eu vos digo: um de vós me há de trair”. (Jo 13,21b)
A traição! Nela são revelados os abismos mais terríveis do coração humano. Trair o amigo, trair o Mestre e Senhor, trair o amor…
“Em verdade, em verdade eu vos digo: um de vós me há de trair”. (Jo 13,21b)
A traição! Nela são revelados os abismos mais terríveis do coração humano. Trair o amigo, trair o Mestre e Senhor, trair o amor…
“Tomando Maria uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos.” (Jo 12,3a)
“Hosana ao filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” (Mt 21,9).
Todo o povo está reunido e por um breve período de tempo aquilo que correspondia à realidade da vinda do Filho de Deus ao mundo começa a acontecer. Ele é aclamado com júbilo e alegria; o povo acolhe o seu Rei verdadeiro, o seu Messias, Aquele que foi prometido e esperado por tanto tempo.
Antes de entrar na Semana Santa, daremos hoje o último passo em nosso itinerário quaresmal. Convido-os cordialmente a continuarem nos acompanhando durante a Semana Santa, cujas reflexões terão um caráter mais meditativo. Também poderão assisti-las em forma de vídeos nos respectivos links que lhes enviaremos diariamente.
A Semana Santa já está às portas e, portanto, o nosso itinerário quaresmal apresenta-nos hoje a passagem do Evangelho em que os inimigos de Jesus decidem matá-lo (Jo 11,47-54). Diz assim:
«Então os príncipes dos sacerdotes e os fariseus convocaram o Sinédrio: “Que fazemos, uma vez que este homem realiza muitos sinais? – diziam -. Se o deixarmos assim, todos crerão nele; e virão os romanos e destruirão o nosso lugar e a nossa nação”» (vv. 47-48).
Após a alegria pela eleição da Santíssima Virgem Maria, que celebramos ontem, nosso itinerário quaresmal nos apresenta hoje a comovente oração de Azarias (Dn 3,25.34-45), um dos três jovens que, graças à intervenção divina, saíram ilesos da fornalha ardente.
Em meio ao nosso itinerário quaresmal, resplandece a grande solenidade da Anunciação, aquele dia em que começou a nossa redenção quando Maria deu o seu «sim». Embora, sem dúvida, conheçamos bem a passagem bíblica correspondente, nunca nos cansamos de ouvir o primeiro anúncio da Boa Nova.