Rm 11,33-36
Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Como são inescrutáveis os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos! De fato, quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem se antecipou em dar-lhe alguma coisa, de maneira a ter direito a uma retribuição? Na verdade, tudo é dele, por ele e para ele. A ele a glória para sempre. Amém!
Esta exclamação brota das profundezas do coração de São Paulo ao reconhecer os maravilhosos desígnios de Deus apesar da obstinação do povo de Israel, que na sua maioria não reconheceu o Messias. A Paulo foi concedido um conhecimento profundo de Deus, e para evitar que ele caísse em presunção o Senhor permitiu que passasse por um certo sofrimento que ele mesmo descreve como um “espinho” na sua carne (cf. 2 Cor 12, 7).
