A alegria da ressurreição

1Cor 15, 12-20

Irmãos, ora, se se prega que Jesus ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns de vós que não há ressurreição de mortos? Se não há ressurreição de mortos, nem Cristo ressuscitou. Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Além disso, seríamos convencidos de ser falsas testemunhas de Deus, por termos dado testemunho contra Deus, afirmando que ele ressuscitou a Cristo, ao qual não ressuscitou (se os mortos não ressuscitam). Pois, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados. Também estão perdidos os que morreram em Cristo. Se é só para esta vida que temos colocado a nossa espe­rança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima. Mas não! Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram!

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Memórias do Paraíso

Sb 8,1-6

Leitura correspondente à memória de Santa Hildegarda de Bingen

[A Sabedoria] se estende com vigor de uma extremidade à outra, e com suavidade governa todas as coisas. Eu a amei e busquei desde a juventude e a pretendi como esposa, apaixonado pela sua beleza. A sua convivência com Deus realça a sua nobre origem, pois o Senhor de todas as coisas a amou. Conhecedora da ciência de Deus, é ela quem seleciona as suas obras. Se a riqueza é um bem desejável na vida, que há de mais rico do que a Sabedoria, que realiza todas as coisas? Se é o bom senso que age eficazmente, quem mais que a Sabedoria é artífice de todas estas coisas que existem?

Hoje temos a alegria de falar sobre uma santa que nós, do Harpa Dei, conhecemos sobretudo através da sua música. Trata-se de Santa Hildegarda de Bingen, Doutora da Igreja e uma figura muito significativa da Baixa Idade Média. Para começar, apresentamos alguns dados biográficos sobre Santa Hildegarda: ela nasceu em 1098 no vale do Reno, sendo a décima filha do cavaleiro Hildeberto de Bermersheim e da sua esposa, Matilde.

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