“Minha alegria em estar entre vocês não é menor do que a alegria que senti quando estive com meu Filho Jesus durante sua vida terrena.” (Mensagem do Pai à Irmã Eugênia Ravasio).
“Minha alegria em estar entre vocês não é menor do que a alegria que senti quando estive com meu Filho Jesus durante sua vida terrena.” (Mensagem do Pai à Irmã Eugênia Ravasio).
“Buscar-me-eis e me achareis” (Jer 29,13).
Nosso Pai gosta de ser encontrado quando O buscamos sinceramente. De fato, essa passagem do profeta Jeremias continua assim: “quando me buscardes de todo o vosso coração. Deixar-me-ei achar por vós” (v. 14).
“Se o Senhor não edificar a casa, os construtores se cansarão em vão.” (Sal 126,1).
Essas palavras são um convite profundo para nos abandonarmos inteiramente ao nosso Pai em todas as áreas de nossa existência, sempre buscando Seus caminhos. Certamente, há assuntos na vida que devemos decidir por nós mesmos, porque Deus os confiou a nós. Mas mesmo aqui devemos nos examinar: Com que espírito fazemos as coisas, com os olhos fixos no Senhor para encontrar sempre o caminho certo, ou estamos muito concentrados em nossos próprios esforços?
“Você pode viver na alegre expectativa da eternidade e ansiar por ela, mas primeiro precisa cumprir sua missão.” (Palavra interior).
Para cada pessoa, nosso Pai previu uma tarefa específica, que devemos cumprir da melhor forma possível com a graça de Deus. Se conhecermos o Pai Celestial e vivermos em estado de graça, estaremos na melhor posição para fazer isso, pois sabemos qual é o grande desejo do Coração de Jesus e, portanto, também daquele que O enviou: que o Pai seja conhecido, honrado e amado.
“Você precisa ter um coração transformado, totalmente voltado para Deus; um coração que seja vigilante, atento e cheio de amor. Somente assim você será capaz de entender os planos de Deus e trabalhar pela paz.” (Palavra interior).
“Nós nos chamamos de filhos de Deus, e somos!” (1Jo 3,1).
Sermos filhos de Deus é uma grande predileção Dele por nós, e todos os homens são chamados a essa dignidade. Assim, o Pai une os homens em Si mesmo. Ele é o verdadeiro alicerce da unidade da humanidade; uma unidade que os homens buscam de muitas maneiras diferentes, mas que nunca poderão alcançar a menos que esteja fundamentada em Deus. A unidade entre todas as pessoas está enraizada no próprio Deus e só pode se tornar uma realidade na medida em que vivermos verdadeiramente como Seus filhos. O profeta Malaquias nos diz:
“[Deus] enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque o mundo antigo já passou.” (Ap 21,4).
Seríamos pobres homens se tivéssemos em vista apenas nossa breve vida terrena e não percebêssemos a dimensão escatológica de nossa santa fé, que nos assegura que nosso Pai está esperando por nós e que, em Sua bondade, Ele previu a vida eterna para Seus filhos.