Desde que Joana d’Arc entrou em cena, o panorama da guerra mudou a favor da Coroa francesa. O fato decisivo havia acontecido: o herdeiro Carlos VII havia recebido Joana e se convencido de que ela fora enviada pelo Rei do Céu; as autoridades eclesiásticas também haviam dado sua aprovação. Assim, Deus pôde realizar seus planos.
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SEGUIR O BOM PASTOR
«Eu sou o bom pastor, conheço as minhas e as minhas me conhecem» (Jo 10,14).
Santa Joana d’Arc (IV) “Carlos VII dá ouvidos a Joana”
Com convicção e coragem, Joana empreende a árdua viagem rumo a Chinon, que se prolongará por onze dias. Ela sabe que recebeu uma missão de Deus, por isso não teme ser detida por nada nem por ninguém. Além disso, encoraja constantemente os seus acompanhantes. Durante o processo de reabilitação da santa, dois deles darão testemunho desta viagem.
A HIERARQUIA ESPIRITUAL
«Buscai primeiro o Reino de Deus, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas» (Mt 6,33).
Santa Joana d’Arc (III) “A missão começa”
Durante a sua adolescência, Joana guardou em seu interior o segredo entre Deus e ela. Não o contou a ninguém, nem sequer ao seu pároco, aos seus pais ou aos seus amigos. Pouco a pouco, os seus santos foram-lhe revelando mais detalhes sobre a missão que lhe era encomendada e, sob a orientação deles, orientou toda a sua vida para o seu cumprimento.
Santa Joana d’Arc (II) “A missão da santa”
Joana nasceu em 6 de janeiro de 1412 em Domrémy (França), sendo a quarta filha de Jacques d’Arc e de sua esposa, Isabelle. Cresceu em um ambiente rural simples. Não sabia ler nem escrever, mas aprendeu a fiar e a costurar, e às vezes cuidava das tarefas de casa. Seus pais eram cristãos devotos. Sua mãe lhe incutiu a fé desde a sua mais terna infância.
COMO LIDAR COM AS PREOCUPAÇÕES?
«Não andeis preocupados dizendo: que vamos comer, ou que vamos beber? (…) Bem sabe o vosso Pai celestial que tendes necessidade de tudo isso» (Mt 6,31-32).
