Nas duas últimas meditações, já abordamos o tema da ressurreição corporal e pudemos constatar quão maravilhoso é o futuro que Deus previu para nós. Os corpos ressuscitados não estarão mais sujeitos à corrupção. Tanto a alma quanto o corpo dos fiéis, uma vez que o Senhor os tenha unido novamente no fim dos tempos, poderão gozar para sempre da visão beatífica de Deus.
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Terça-feira da Segunda Semana da Páscoa “A ressurreição da carne (II)”
Retomemos hoje a sã doutrina sobre a ressurreição dos mortos. Esta certeza é tão essencial que São Paulo chega a afirmar: «Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã é também a vossa fé» (1Cor 15,13-14).
UM INSTRUMENTO IDÔNEO
“Aquele que se levanta após as suas quedas depositando a sua confiança em Deus e com profunda humildade, tornar-se-á um instrumento idôneo nas mãos de Deus para realizar grandes obras. Aquele que age de outra maneira, nunca poderá fazer bem algum.” (São Paulo da Cruz).
Segunda-feira da Segunda Semana da Páscoa “A ressurreição da carne (I)”
Através das meditações sobre a Ressurreição de Cristo durante a Oitava de Páscoa, adentramos neste maravilhoso tempo litúrgico — aqueles quarenta dias nos quais o Senhor Ressuscitado preparou seus discípulos para a missão que lhes confiara. Ainda se respira o assombro dos discípulos diante do ocorrido, cuja realidade foram assimilando apenas aos poucos.
UM AMIGO CELESTIAL
«Aí tens um bom amigo, meu filho, um grande amigo» (Palavra interior).
«O amigo fiel é um apoio seguro; quem o encontra, encontrou um tesouro» (Eclo 6,14).
O TESOURO DE DEUS NA TERRA
«Quando dizeis a verdade, o céu se abre e vos abençoa» (Palavra interior).
A bondade e a beleza da verdade que emana do vosso coração, amado Pai, transformam tudo. A névoa tem que ceder, as mentiras se dissipam, os enganos ficam a descoberto e a luz brilha na escuridão.
DOMINGO EM ALBIS “A paz do Ressuscitado”
O que é a verdadeira paz? É aquela que procede de Deus, que brota do seu coração. Assim Jesus havia dito aos seus discípulos na Última Ceia: «Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração nem se acovarde» (Jo 14,27).
