NOTA: Hoje meditaremos o evangelho segundo o calendário tradicional.
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Sábado da IV Semana da Páscoa “Permanecer na alegria”
Atos 13,44-52
No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a palavra de Deus. Ao verem aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e, com blasfêmias, opunham-se ao que Paulo dizia. Então, com muita coragem, Paulo e Barnabé declararam: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que nos vamos dirigir aos pagãos.
Sexta-feira da IV Semana da Páscoa “O plano do Senhor permanece para sempre”
Devido a certas circunstâncias, nos próximos dias recorrerei a meditações que escrevi em anos anteriores. Mas o tema encaixa ‘como uma luva’ em nossas reflexões sobre a missão da Igreja, já que veremos como São Paulo anuncia repetidamente a Boa Nova, primeiro aos judeus nas sinagogas e depois aos gentios.
Quinta-feira da IV Semana da Páscoa “O valor da Tradição”
Na leitura e meditação de hoje, veremos como, antes da expulsão dos que acreditavam no Messias, o apóstolo Paulo continuava a mostrar aos judeus nas sinagogas a obra salvífica de Deus, com a intenção de conduzi-los a Jesus.
Quarta-feira da IV Semana da Páscoa “A luz do Filho de Deus
Após expressar meu pesar, junto com São Paulo, pelo fato de tantos judeus não terem reconhecido Jesus como o Senhor, nem no tempo em que Ele esteve na Terra entre eles, nem quando os apóstolos deram testemunho de sua Ressurreição, nem até o dia de hoje, gostaria de deixar que seja o próprio Senhor quem fale sobre si mesmo no Evangelho de hoje. No testemunho do rabino Eugenio Zolli, conhecemos um judeu que reconheceu Jesus como o Messias. Em Santo Agostinho, encontramos uma pessoa em busca da verdade que se deixou tocar pela Palavra de Deus e alinhou toda a sua vida com o Senhor. Oxalá muitas mais pessoas se encontrem com a «Luz do mundo» e o «Verbo de Deus», que é o próprio Jesus!
RETIRO ESPIRITUAL DE QUARESMA Dia 33: “Demônios barram o reconhecimento de Jesus”
Nosso itinerário quaresmal trouxe-nos hoje até ao chamado «Primeiro Domingo da Paixão» e aproxima-nos cada vez mais da Semana Santa. As confrontações e disputas entre os judeus hostis e Jesus continuam e tornam-se cada vez mais agressivas (Jo 8,46-59). Podemos constatar que o Senhor se encontra diante de corações obstinados, que simplesmente não estão dispostos a abrir-se à verdade.
Advertência para as relações humanas
1Re 11,4-13
Quando Salomão ficou velho, suas mulheres desviaram o seu coração para outros deuses e seu coração já não pertencia inteiramente ao Senhor, seu Deus, como o do seu pai Davi. Salomão prestou culto a Astarte, deusa dos sidônios, e a Melcom, ídolo dos amonitas. Ele fez o que desagrada ao Senhor e não lhe foi inteiramente fiel, como seu pai Davi. Foi então que Salomão construiu um santuário para Camos, ídolo de Moab, no monte que está defronte de Jerusalém, e para Melcom, ídolo dos amonitas.
