«Se responderdes aos planos de Deus, Ele fará de vós um santo» (São Paulo da Cruz).
Portanto, na realidade, não é tão difícil, amado Pai, como nos diz São Paulo da Cruz. Sem dúvida, ele o experimentou em carne própria.
«Se responderdes aos planos de Deus, Ele fará de vós um santo» (São Paulo da Cruz).
Portanto, na realidade, não é tão difícil, amado Pai, como nos diz São Paulo da Cruz. Sem dúvida, ele o experimentou em carne própria.
“Aquele que se levanta após as suas quedas depositando a sua confiança em Deus e com profunda humildade, tornar-se-á um instrumento idôneo nas mãos de Deus para realizar grandes obras. Aquele que age de outra maneira, nunca poderá fazer bem algum.” (São Paulo da Cruz).
«Aí tens um bom amigo, meu filho, um grande amigo» (Palavra interior).
«O amigo fiel é um apoio seguro; quem o encontra, encontrou um tesouro» (Eclo 6,14).
«Quando dizeis a verdade, o céu se abre e vos abençoa» (Palavra interior).
A bondade e a beleza da verdade que emana do vosso coração, amado Pai, transformam tudo. A névoa tem que ceder, as mentiras se dissipam, os enganos ficam a descoberto e a luz brilha na escuridão.
«Os santos são sempre chamados a crescer e a nunca se deter» (Palavra interior).
Em nosso seguimento de Cristo, há momentos em que podemos descansar nos braços de nosso Pai e afrouxar um pouco o arco tensionado, sem, por isso, deixá-lo de lado nem perdê-lo de vista. Isso não nos prejudica; pelo contrário, livra-nos de uma severidade e tensão desnecessárias. Como filhos de nosso Pai Celestial, sabemos que Ele adapta todas as cruzes à nossa medida e nos concede a graça necessária para suportá-las.
« A maior felicidade da nossa vida é assemelharmo-nos a Jesus.» (São João Eudes).
Que alegria para Vós, amado Pai, e para todos os homens, se tentarmos colocar em prática estas palavras de São João Eudes! Com efeito, não só nos enviastes o vosso Filho como Redentor, para que se tornasse o caminho até Vós, mas também no-lo destes como modelo para que nos assemelhemos a Ele e até cheguemos a ser como Ele.
«Há de servir primeiro a Deus» (Santa Joana d’Arc).
Santa Joana d’Arc não apenas pronunciou estas palavras, mas também as colocou em prática, inclusive nos momentos de maior tribulação, quando os seus juízes injustos tentavam armar-lhe ciladas durante o seu processo eclesiástico para que ela se contradissesse. A sua condenação à morte já estava decidida de antemão, como aconteceu com Nosso Senhor Jesus Cristo.