Que adorno precioso é uma alma modesta, ó Espírito Santo; uma alma em que habita este fruto vosso! Ela tem-se refreado da apetência desordenada e se tornado calma. Ela não pensa constantemente em si mesma, e se contenta facilmente com o que recebe. Ela não quer ser o centro das atenções, mas ocupar o lugar que Vós dispusestes para ela.
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Meditações sobre o Espírito Santo (11/14): “A Bondade”
Espírito Santo, com os dons que Vós infundis em nossas almas, quereis fazer brotar todos aqueles frutos sobre os quais estamos meditando nestes dias antes da Festa de vossa descida. São verdadeiros frutos que fazem nossa vida brilhar, são expressão de vosso amor e nos ajudam a nós, homens, a tratar uns aos outros como Jesus quis:
O coração de Deus é nosso refúgio
“Enquanto você permanecer em meu coração, estará sob minha proteção divina. Mesmo que os poderes das trevas se levantem, nada conseguirão” (Palavra interior).
Meditações sobre o Espírito Santo (10/14): “A castidade”
Espírito Santo, venho hoje diante de Vós com uma intenção especial, e vos apresento um problema que obscurece a vida de tantas pessoas. A apreciação à castidade foi perdida e para muitos é vista apenas como uma relíquia do passado. Com frequência somos totalmente incompreendidos quando falamos sobre a pureza; inclusive em certos círculos da Igreja encontramos pessoas que nos olham com pesar e que nos consideram antiquados por ainda acreditarmos na castidade… Mas, na realidade, ela é um fruto que brota da vida convosco, ó Espírito Santo, e é um dom maravilhoso que realça sobremaneira a dignidade da pessoa!
Enfia a tua espada na bainha!
“Jesus disse a Pedro: ‘Enfia a tua espada na bainha! Não hei de beber eu o cálice que o Pai me deu?’” (Jo 18,11).
Ouvi-o
“Eis o meu Filho muito amado, em quem pus toda a minha afeição; ouvi-o” (Mt 17,5).
Meditações sobre o Espírito Santo (9/14): “Luz na escuridão”
Vinde, Espírito Santo, iluminai-nos, porque Vós sois a luz que ilumina nossas trevas. Apartai de nós toda cegueira espiritual, para que possamos vos reconhecer melhor e ser capazes de perceber a realidade em vossa luz. Pois há uma grande diferença entre ver a realidade simplesmente em sua dimensão natural, ou saber reconhecer vosso trabalho em tudo.
