Jo 6,51-58
Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.
Jo 6,51-58
Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.
Hoje quero compartilhar um trecho de uma palavra interior que recebi em oração no ano de 1984.
Hoje concluímos a série de meditações sobre o Espírito Santo que nos acompanharam durante as últimas semanas. A partir de amanhã, retomaremos nossas meditações bíblicas habituais, geralmente baseadas na leitura ou no evangelho do dia. Como transição, gostaria de usar a meditação de hoje para falar a vocês sobre algo que levo no meu coração.
“Falarei dos teus preceitos diante dos reis, e não me envergonharei.” (Sl 118,46)
O que ainda tenho a lhes dizer é que o meu Amigo “envia a Sua luz do céu” e rasga a noite escura. Foi isso o que Ele fez também por mim. Sua luz radiante iluminou a minha vida e me conduziu a Jesus, nosso Salvador – nunca poderei agradecê-Lo o suficiente!
Meu Amigo divino não vem habitar em mim somente quando a minha morada interior já tiver sido ordenada de modo impecável. Pelo contrário, se eu Lhe pedir que a ordene, Ele mesmo me ajudará. Ele não se esquiva de nada; está pronto para me mostrar os cantos imundos que eu não seria capaz de descobrir por mim mesmo; Ele mesmo põe mãos à obra, mas sempre com uma bondade encantadora e grande perseverança. Ele quer permanecer na minha alma para sempre e prepará-la para a eternidade. Lá ela estará eternamente firme e nunca mais se desviará.
“Ouve, meu povo, porque vou te advertir! Israel, ah! se quisesses me escutar: Em teu meio não exista um deus estranho nem adores a um deus desconhecido!” (Sal 80,9-10).