Nas duas últimas meditações, pudemos constatar com dor que, em sua maioria, o povo judeu ainda não reconheceu Jesus como o Messias. Nos apóstolos e discípulos do Senhor vemos que uma transição — ou, melhor dizendo, o cumprimento e a plenitude do caminho pelo qual Deus os havia guiado até então — não só era possível, mas de fato ocorreu, ao menos em um «remanescente de Israel». Podemos ver isso claramente no caso de São Paulo, que procedia dos círculos mais eruditos do judaísmo e que experimentou sua conversão e iluminação como uma graça indizível. Deus atuava com poder e acreditava o testemunho de seu Filho Jesus Cristo mediante sinais e prodígios.
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UM SANTO PARENTESCO
«Todos podem tornar-se irmãos e irmãs, bastando que creiam em mim» (Palavra interior).
Aqui se faz alusão àquele parentesco que nosso Senhor nos mostrou claramente no Evangelho quando lhe disseram: «Olha, tua mãe e teus irmãos estão lá fora tentando falar contigo. Mas ele respondeu ao que lhe dizia: — Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E estendendo a mão para os seus discípulos, disse: — Estes são minha mãe e meus irmãos. Porque todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe» (Mt 12,47-50).
