Com a captura de Joana, logo ficou claro o que os ingleses pretendiam fazer com ela. Joana não era simplesmente uma prisioneira de guerra importante, mas sim a sua inimiga mais temível, já que, com a sua intervenção, a supremacia inglesa na guerra contra a França havia chegado ao fim. Eles sabiam muito bem qual era a causa de suas derrotas. A interpretação que fizeram foi a de que Joana era uma bruxa e que, pela influência do diabo, tinha conseguido provocar essa reviravolta contra eles.
Showing all posts in Meditações
Santa Joana d’Arc (VII) “A captura de Joana”
Após a coroação de Carlos VII em Reims, começaram as negociações entre o rei e os borgonheses. Como ouvimos na meditação de ontem, Joana havia escrito, no mesmo dia da coroação, uma carta ao duque da Borgonha, Filipe, o Bom, suplicando-lhe em nome de Deus: «Que o rei da França e vós seleis uma paz boa e estável que dure por muito tempo. Perdoai-vos mutuamente de todo o coração, como cristãos».
Santa Joana d’Arc (VI) “A coroação do rei em Reims”
Uma vez libertada a cidade de Orléans do cerco, Joana tinha urgência em cumprir a sua segunda predição: levar o rei a Reims para a sua coroação. Suas vozes lhe haviam dado a entender que não dispunha de muito tempo para cumprir sua missão e que era preciso aproveitar o momento oportuno.
Santa Joana d’Arc (V) Joana cumpre sua previsão: A libertação de Orléans
Desde que Joana d’Arc entrou em cena, o panorama da guerra mudou a favor da Coroa francesa. O fato decisivo havia acontecido: o herdeiro Carlos VII havia recebido Joana e se convencido de que ela fora enviada pelo Rei do Céu; as autoridades eclesiásticas também haviam dado sua aprovação. Assim, Deus pôde realizar seus planos.
Santa Joana d’Arc (IV) “Carlos VII dá ouvidos a Joana”
Com convicção e coragem, Joana empreende a árdua viagem rumo a Chinon, que se prolongará por onze dias. Ela sabe que recebeu uma missão de Deus, por isso não teme ser detida por nada nem por ninguém. Além disso, encoraja constantemente os seus acompanhantes. Durante o processo de reabilitação da santa, dois deles darão testemunho desta viagem.
Santa Joana d’Arc (III) “A missão começa”
Durante a sua adolescência, Joana guardou em seu interior o segredo entre Deus e ela. Não o contou a ninguém, nem sequer ao seu pároco, aos seus pais ou aos seus amigos. Pouco a pouco, os seus santos foram-lhe revelando mais detalhes sobre a missão que lhe era encomendada e, sob a orientação deles, orientou toda a sua vida para o seu cumprimento.
Santa Joana d’Arc (II) “A missão da santa”
Joana nasceu em 6 de janeiro de 1412 em Domrémy (França), sendo a quarta filha de Jacques d’Arc e de sua esposa, Isabelle. Cresceu em um ambiente rural simples. Não sabia ler nem escrever, mas aprendeu a fiar e a costurar, e às vezes cuidava das tarefas de casa. Seus pais eram cristãos devotos. Sua mãe lhe incutiu a fé desde a sua mais terna infância.
