VIDAS DE SANTOS: “São Boaventura: O Doutor Seráfico”  

Uma das estrelas que brilham no firmamento da Igreja — como poderíamos definir os santos — é São Boaventura. No calendário tradicional, a sua festa é celebrada a 14 de julho, no novo rito, um dia depois.

Boaventura possuía grandes dotes intelectuais que colocou inteiramente ao serviço do Reino de Deus. Nasceu por volta de 1221, em Bagnoregio, Itália, e faleceu em 15 de julho de 1274, em Lyon, França. Podemos dizer que o nosso santo era como um escriba que brilhava como o sol (cf. Mt 13,43). Devido ao seu ardente amor pelo Senhor, ficou conhecido como o “Doutor Seráfico”.

Diz-se de São Boaventura que, quando criança, foi curado por Deus graças à bênção que recebeu de São Francisco de Assis. De acordo com a mesma fonte, esse santo também lhe deu o seu nome. Quando sua mãe levou a criança curada ao moribundo Francisco, este teria exclamado: “Oh, boa sorte!” Assim, posteriormente, seu nome religioso como franciscano foi Boaventura.

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VIDAS DE SANTOS: “São João Gualberto: Fundador da Ordem de Vallombrosa”   

Que flores maravilhosas crescem no jardim de Deus! Nunca nos cansamos de admirá-las quando as vemos como as vidas dos santos que nos foram legadas. De fato, a Igreja é abençoada com uma imensa riqueza de santos; a história da vida e da morte de cada um deles, nos fala do amor de Deus por aqueles Seus filhos que escolheram seguir os Seus caminhos. Contudo, nem todos o fizeram desde o início.

Assim aconteceu com São João Gualberto.

Ele nasceu em Florença, no ano de 985, em uma família nobre. Desde a juventude, estava destinado à carreira militar. Seu pai, um guerreiro, instruiu o jovem de espírito vivo nas belas-artes e incutiu nele o senso de dignidade e honra próprios de um guerreiro. No entanto, não há qualquer menção a uma educação religiosa ou voltada para as virtudes cristãs.

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GRANDES ENGANOS: “Um grave engano no ano de 2020”

Na meditação de ontem, discutimos o perigo de que, se permanecermos presos ao autoengano e não nos libertarmos dele, nosso discernimento espiritual possa ficar obscurecido, a ponto de não conseguirmos mais reconhecer claramente enganos no mundo ou na Igreja que, na realidade, deveríamos detectar facilmente graças à nossa fé católica. É preciso ter em mente que, de modo geral, não se trata apenas de erros humanos; antes, em questões tão importantes quanto as mencionadas ontem, trata-se do «pai da mentira» que age nos bastidores e não poupa esforços para afastar os homens do caminho da salvação ou, no mínimo, para dificultá-lo. Read More

O autoengano (IV) – Consequências do autoengano no que diz respeito a reconhecer e defender a verdade.

O autoengano, sobre o qual refletimos nas últimas três meditações, pode ter um impacto negativo no discernimento dos espíritos em geral. No âmbito natural, podemos observar que, quando as pessoas superestimam suas habilidades, ignoram suas fraquezas e deixam de aceitar certas limitações, sua capacidade de julgar as coisas corretamente fica obscurecida, ou pode até desaparecer por completo. Eles estão cegos por uma imagem equivocada de si mesmos. Read More

Em honra a Santa Joana d’Arc “Reflexão final”

Alegro-me com cada um dos ouvintes que acompanharam esta série de doze meditações sobre a Donzela de Orléans. Não é a primeira vez que escrevo sobre ela e, se Deus quiser, também não será a última. De fato, cada vez que relato a sua história é como se fosse a primeira vez. Sem dúvida, isso se deve ao fato de Joana d’Arc ser uma mulher de fé que realizou uma missão encomendada por Deus. Por causa dela, nunca se esgotará! Convido todos os meus ouvintes a consultar minhas publicações anteriores sobre ela e a ouvir a radionovela que criamos em sua honra: https://www.youtube.com/watch?v=dE3SJZIdmJs

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Santa Joana d’Arc (XI) “A maior vitória de Joana”

O que havia acontecido com a heroica Joana d’Arc, que se havia mantido firme em tantas provações e nunca havia duvidado de sua missão?

Pensemos, neste contexto, em São Pedro: por acaso ele não havia demonstrado repetidas vezes o seu amor a Jesus? Não havia deixado tudo para segui-lo (Mt 19,27)? Não havia assegurado que estava disposto a morrer por Ele (Mt 26,35)? Mas, o que aconteceu? Já sabemos: no momento do perigo, negou o Senhor três vezes e depois chorou amargamente (Lc 22,55-62).

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Santa Joana d’Arc (X) “A retratação de Joana”

Joana havia suportado as terríveis provações dos interrogatórios, os degradantes assédios dos guardas ingleses, as duras condições de reclusão e as diversas tentativas dos juízes de acusá-la de heresia. Nem mesmo a ameaça de tortura a havia dobrado. Com o apoio das santas que a acompanhavam, manteve-se inabalável e disse àqueles que a ameaçavam com a tortura: «Em verdade, ainda que me quebrásseis os membros e separásseis a alma do corpo, não poderia dizer-vos outra coisa. E se me obrigásseis a falar, sempre diria que me fizestes falar pela força».

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