“A humanidade precisa das vestes nupciais para participar do Banquete do Cordeiro no tempo e na eternidade”. (Palavra interior).
A Igreja nos ensina que somos convidados para a ceia das bodas do Cordeiro e nos chama de abençoados por isso.
“A humanidade precisa das vestes nupciais para participar do Banquete do Cordeiro no tempo e na eternidade”. (Palavra interior).
A Igreja nos ensina que somos convidados para a ceia das bodas do Cordeiro e nos chama de abençoados por isso.
“Nunca perca a confiança nas horas de fraqueza. Eu também faço uso delas”. (Palavra interior).
Quem não conhece as horas de fraqueza ao seguir o Senhor? São aquelas horas ou até mesmo períodos de nossa vida em que ficamos aquém do que nos propusemos a fazer, quando as coisas não vão bem para nós e nos sentimos abandonados a nós mesmos. São esses momentos em que sucumbimos à nossa fraqueza, quando realmente gostaríamos de erradicá-la.
“Permaneça em oração interior”. (Palavra interior).
Se quisermos permanecer em contato íntimo com nosso Pai Celestial, dificilmente encontraremos um meio mais apropriado do que a oração interior, o diálogo constante com Deus, que consiste tanto em ouvir atentamente – pois reconhecemos Sua voz – quanto em elevar nosso coração ao Pai.
“Afaste o murmurador. Ele não está agindo sob minhas ordens. Portanto, não dê atenção a ele. (Palavra interior).
O “murmurador” refere-se aos espíritos que tentam nos perturbar em nossa jornada de seguir a Cristo. Eles influenciam nossos sentimentos e pensamentos, tentando assumir o controle e nos perturbar de várias maneiras.
“A verdade reivindica seu direito, pois sem ela nem meu amor nem minha misericórdia podem ser compreendidos”. (Palavra interior).
Quando ouvimos as palavras “amor” e “misericórdia”, nosso coração se abre de par em par, pois sabemos bem que “Deus é amor” e que vivemos por sua misericórdia. Entretanto, os termos não devem ser distorcidos. Nesse sentido, às vezes é necessário falar de “amor verdadeiro” e “misericórdia verdadeira” para enfatizar que essas belas palavras também podem ser mal interpretadas.
“Ele nos fez uma raça real, sacerdotes para o seu Deus e Pai”. (Ap 1,6).
Será que nosso Pai poderia nos elevar a um status mais nobre do que esse? Será que Ele poderia nos conceder uma dignidade maior? Dificilmente! Ele quer ver Seus filhos coroados com glória e dignidade (cf. Sl 8,6) e torná-los participantes de Sua glória. Eles serão reis e sacerdotes em seu Reino e brilharão como o sol. (Mt 13,43).
“Vocês, meus santos, suportaram a luta no mundo; mas eu lhes darei a recompensa por seus trabalhos”. (Antífona para a memória dos Santos Odón, Mayolo, Odilo e Hugo, Diurno monástico).
A batalha é inevitável e, se a travarmos da maneira correta, uma grande recompensa nos aguarda, como somente Deus pode nos dar.
Também na Mensagem para Madre Eugênia, Deus Pai fala da recompensa que receberemos se cumprirmos seu desejo: