“Agora esse amor está esquecido. Quero lembrá-la dele para que aprenda a me conhecer como eu sou” (mensagem do Pai à irmã Eugenia Ravasio).
Showing all posts in 3 Minutos para Abbá
UM OUVIDO DESPERTO
“Abra o ouvido de seu coração! Vamos ouvir com os ouvidos despertos”. (São Bento).
É uma grande arte espiritual saber como realmente ouvir, ouvir atentamente, como São Bento recomendou a seus monges. Estamos bem cientes das inúmeras vozes, tanto de dentro quanto de fora, que buscam nossa atenção dia após dia. O Cardeal Sarah fala até mesmo de uma “ditadura do barulho” ao nosso redor, querendo tornar o silêncio impossível, o que nos ajuda a nos voltarmos mais facilmente para o nosso Pai e a ouvi-lo atentamente.
O SANTO SABOR
“Deus não está satisfeito com a quantidade de nosso trabalho, mas com o amor com que trabalhamos” (São Francisco de Sales).
“O amor cobre uma multidão de pecados” (1Pe 4,8) e aumenta o valor de todo o resto.
DE PASSAGEM
“Não se concentre em nada além de Deus”. (Beato Enrique Suso).
Conhecemos uma frase semelhante de Santo Agostinho, que nos diz que podemos fazer uso de todas as coisas deste mundo, mas somente Deus deve ser desfrutado.
NÃO SE PRENDER
“Considero impossível que o amor se contente em permanecer preso em um só lugar”. (Santa Teresa de Ávila).
O amor não pode se contentar em ficar preso em um só lugar, porque é infinito. “Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus e Deus nele”. (1Jo 4,16).
UM CORAÇÃO NOVO
“Eu vos darei um coração novo e porei em vós um espírito novo. Tirarei de vosso corpo o coração de pedra e vos darei um coração de carne”. (Ez 36,26).
O que está em jogo é o coração do homem, a quem ele pertence?
AS BOAS OBRAS QUE DEUS ORDENOU QUE DEVEMOS PRATICAR
“Somos feitos por ele, criados em Cristo Jesus, em vista das boas obras que preparou de antemão, para que nelas caminhemos”. (Ef 2,10).
O Pai preparou tudo para nós. Portanto, não se trata primariamente de realizar nossas próprias ideias em nossa vida. Na verdade, elas são limitadas e incontáveis, alinhadas uma após a outra sem realmente nos apontar a direção certa.
