“O amor transforma as almas e as liberta” (São Bernardo de Claraval).
Esse é o trabalho extraordinário do Espírito Santo, que foi derramado em nossos corações e promove sua transformação. Conhecemos os sete dons que servem para nossa santificação.
“O amor transforma as almas e as liberta” (São Bernardo de Claraval).
Esse é o trabalho extraordinário do Espírito Santo, que foi derramado em nossos corações e promove sua transformação. Conhecemos os sete dons que servem para nossa santificação.
“Quer que eu lhe diga por que e como devemos amar a Deus? Em uma palavra: amar a Deus é amá-lo sem medida, pois a razão para isso é simplesmente o próprio Deus.” (São Bernardo de Claraval).
São Bernardo acerta em cheio! Certamente, poderíamos enumerar inúmeras razões pelas quais devemos amar a Deus, e essa lista jamais terminaria. Mas todas elas se resumem ao fato de que amamos a Deus simplesmente porque Ele é Deus e amamos nosso Pai pelo que Ele é. Ao descobrirmos isso cada vez mais, clamaremos do fundo do coração: “Ó Deus, eu lhe agradeço por ser nosso Pai e por ser como é”.
“Eu lhe dei meu coração para que o amor nunca se esgote” (Palavra interior).
Para amar como o Senhor, precisamos de um novo coração, o coração de nosso Pai celestial. Caso contrário, como poderíamos superar todas as barreiras que tornam nosso coração tão pequeno e limitado?
Amar como Deus ama… Isso é possível?
“Ele o livrará da rede do caçador, da peste maligna.” (Sal 90,3).
Embora estejamos, sem dúvida, seguros sob as asas do nosso Pai e Jesus cuide dos seus, como nos garante o Evangelho segundo João (17,12), nossa vida continua cercada de perigos. Não é por acaso que a Sagrada Escritura nos adverte que “o demônio anda à solta como um leão que ruge, procurando alguém para devorar” (1 Pd 5,8).
“Preste muita atenção em cada etapa. Esteja sempre atento” (Palavra interior).
A vigilância é um conceito fundamental para a nossa vida espiritual.
“Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai” (Fil 2,11).
Reconhecer Jesus como Senhor não é importante apenas em nível religioso pessoal, mas é a realização do projeto de Deus para toda a humanidade. Esse é o desígnio do nosso Pai: reunir em Cristo toda a humanidade e lhe conceder tudo o que Ele reservou para ela. Muitas passagens da Sagrada Escritura atestam esse fato.
“Espere um pouco mais e continue fazendo sua lição de casa – eu sou sua recompensa!” (Palavra interior).
Quanto mais amamos o Pai, mais desejamos estar com ele na eternidade. Recordemos como Jesus convidou seus discípulos a alegrarem-se com ele, pois em breve voltaria para o Pai (Jo 14,28).