Ó Emanuel: Deus conosco, nosso Rei Legislador,
Esperança das nações e dos povos Salvador;
Vinde, enfim, para salvar-nos, ó Senhor e nosso Deus!
Ó Emanuel: Deus conosco, nosso Rei Legislador,
Esperança das nações e dos povos Salvador;
Vinde, enfim, para salvar-nos, ó Senhor e nosso Deus!
Ó Rei das nações. Desejado dos povos;
ó Pedra angular, que os opostos unis:
Ó, vinde e salvai esse homem tão frágil,
que um dia criastes do barro da terra!
“Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo 3,16).
A Festa do Nascimento de Nosso Senhor está cada vez mais próxima. Ele é o presente insuperável de nosso Pai Celestial para este mundo, que tem tanta dificuldade em reconhecer o amor de Deus que lhe é revelado: “E a luz brilha nas trevas, e as trevas não a receberam”. (Jo 1,5).
Ó Sol nascente justiceiro, resplendor da Luz eterna:
Oh, vinde e iluminai os que jazem entre as trevas
e na sombra do pecado e da morte, estão sentados!
“O Espírito e a noiva dizem: “Venha!” E quem ouvir, que diga: “Venha!” E quem tiver sede, que venha; quem quiser, que tome a água da vida gratuitamente (…). Amém. Venha, Senhor Jesus!” (Ap 22,17.20b).
O Espírito do Senhor sempre nos chama e nos convida a segui-Lo e a acolher tudo o que nosso Pai Celestial tem reservado para nós. Podemos receber livremente a abundância de graças que o Senhor nos oferece.
“Ouvi uma voz alta que dizia do trono: ‘Esta é a morada de Deus com o homem. Ele fará a sua morada entre eles. Eles serão o seu povo, e ele, Deus com eles, será o seu Deus. Então aquele que está sentado no trono disse: ‘Vejam, eu faço novas todas as coisas'”. (Ap 21,3.5).
Qual é o futuro que nos aguarda se permanecermos fiéis ao nosso Pai? Os últimos capítulos do Apocalipse nos dão a resposta: o que nos espera é a comunhão eterna com Deus, a morada do Senhor no meio de seu povo.
Ó Chave de Davi, Cetro da casa de Israel,
que abris e ninguém fecha, que fechais e ninguém abre:
vinde logo e libertai o homem prisioneiro,
que nas trevas e na sombra da morte, está sentado!