CONQUISTAR ALMAS PARA DEUS

«Faça tudo, suporte tudo, para conquistar almas para o Senhor.» (São João Bosco).

Na frase de hoje, Dom Bosco expressa o que deveria impulsionar a todos nós: conquistar almas para Deus e assim participar da grande pesca do amor. Esta exortação pode tornar-se uma grande motivação para nós, especialmente se levarmos em conta tudo o que o próprio Deus fez para conduzir a nossa alma das trevas à sua luz admirável (cf. 1Pd 2,9). Read More

Desprezar a própria vida

Jo 12,24-26

Leitura para a Festa de São Lourenço

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto. Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará”.

A princípio, essas palavras do Senhor, de que devemos desprezar nossa vida, parecem ser contrárias à grande dádiva da vida, da qual devemos cuidar e proteger.

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Fiéis à Tradição

Ouviremos hoje a leitura do XI Domingo após Pentecostes, de acordo com o calendário tradicional.

1Cor 15,1-10

Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes. Por ele sereis salvos, se o conservardes como vo-lo preguei. De outra forma, em vão teríeis abra­çado a fé. Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras; apareceu a Cefas e, em seguida, aos Doze. Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos); depois apareceu a Tiago, em seguida a todos os apóstolos. E, por último de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou dig­no de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que ele me deu não tem sido inútil. Ao contrário, tenho trabalhado mais do que todos eles; não eu, mas a graça de Deus que está comigo.

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VIDAS DE SANTOS: “Fiel até a morte: O beato John Felton, mártir”

O santo que conheceremos hoje — e não me refiro a São Domingos de Gusmão — nos leva a Inglaterra em uma época de grandes tensões políticas. Sob o reinado de Henrique VIII começou um período particularmente difícil para os católicos que queriam permanecer fiéis a sua fé.

Henrique VIII havia assumido o trono de seu pai em 1509, aos 17 anos de idade. Inicialmente, seus súditos estavam entusiasmados, pois o jovem rei parecia destacar-se positivamente em comparação com o pai. No entanto, com o passar dos anos, ele foi instaurando um regime opressivo. Em seguida, deu-se a fatídica ruptura com a Igreja Católica. O rei queria separar-se de sua esposa, Catarina de Aragão — que não lhe dera um herdeiro para o trono —, e anular o casamento para se unir a outra mulher. No entanto, o papa não deu seu consentimento a tal pretensão. Sua paixão por aquela mulher, Ana Bolena, era tão grande que ele optou pelo rompimento com Roma. Em 1543, Henrique e Ana Bolena foram excomungados pelo Papa. Naquele mesmo ano, Henrique autoproclamou-se “chefe supremo na Terra da Igreja da Inglaterra”. Assim nasceu o anglicanismo.

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