“ABRIGADOS NO AMOR DO ETERNO” 

«Eu sou o Eterno e tenho o tempo em minhas mãos» (Palabra interior).

Essa certeza quer nos transmitir paz e serenidade. É particularmente importante apegar-se a ela nestes tempos turbulentos, em que o mundo e a Igreja navegam à deriva, como um grande navio no vasto oceano. O leme parece estar travado. Além disso, não se pode ignorar as fendas pelas quais a água entra no barco. Não se avista em parte alguma um capitão humano que saiba como enfrentar essa situação de emergência.

Portanto, atualmente, as palavras do salmo ganham ainda mais importância: «Não confieis nos príncipes, seres de pó que não podem salvar.» (Sal 145,3).

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“A CONVERSÃO DOS MAIS OBSTINADOS” 

«Se alguém lhes dissesse que o Criador é também o seu Pai, que pensa nelas e cuida delas (…), conseguiria a conversão até mesmo dos mais obstinados; e essas conversões, além de serem mais numerosas, seriam também perseverantes.» (Mensagem de Deus Pai a Ir. Eugênia Ravasio).

Dando sequência à passagem que meditamos ontem, nosso Pai nos fala hoje sobre aquelas almas que ainda se encontram mergulhadas na superstição. De certa forma, elas o buscam e sabem que Ele existe, mas têm uma imagem equivocada de Deus. A mensagem de que têm um Pai cheio de amor, que se preocupa com elas e as cerca de afeto profundo em seus sofrimentos e abandono, certamente tocaria seus corações, responderia à sua busca e as tiraria de seus diversos desvios.

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SÉRIE SOBRE A VIDA ESPIRITUAL: “O Santo Rosário”

Uma das orações mais conhecidas e praticadas na nossa Igreja Católica é o Santo Rosário, que constitui um elemento fundamental na vida de muitos fiéis.

O que é que torna o Rosário tão valioso e recomendável para cultivar e aumentar a vida de fé?

Infelizmente, em certos círculos, o Rosário enfrenta muitos preconceitos. Para algumas pessoas, parece ser nada mais do que uma “repetição” sem sentido. Para outros, desperta memórias desagradáveis de tempos passados, quando eram forçados a dizer esta oração na família ou na igreja. Mas estes preconceitos ou resistências podem ser superados se se tentar compreender mais profundamente o significado do Santo Rosário.

  • O Santo Rosário é uma oração meditativa; é uma meditação cristã clássica.

A repetição das Ave Marias forma uma cadeia que conduz aos mistérios da salvação. Muitos mestres espirituais enfatizam o benefício de uma oração repetitiva, que é capaz de recolher o coração de um homem e silenciar seu espírito inquieto. Um espírito calmo e recolhido pode se concentrar mais facilmente no conteúdo e na essência da oração. Os mistérios do Santo Rosário, que são as estações da vida de Jesus, se estabelecem no coração através da meditação e da repetição, tornando-se uma espécie de certeza interior. E isto, por sua vez, leva a um maior amor e gratidão para com Jesus. É essencial rezar o Rosário com o coração, ou seja, rezá-lo dentro de nós mesmos. Uma e outra vez as repetições frequentes chamam suavemente o espírito disperso de volta ao verdadeiro centro da oração.

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“CONHECER MAIS PROFUNDAMENTE AO PAI” 

«Não é verdade que vocês me amariam profunda e ternamente, como filhos, se soubessem de fato que tipo de Pai vocês têm?» (Mensagem de Deus Pai a Irmã Eugênia Ravasio).

Muitas coisas dependem do verdadeiro conhecimento de Deus. Por esse motivo, nosso divino Pai apareceu à Irmã Eugenia Ravasio e lhe ditou a Mensagem da qual extraímos as palavras que acabamos de ouvir. Conhecer e amar caminham juntos. Quanto mais profundamente conhecermos a Deus, mais o amaremos, pois nos depararemos com a sua essência, que é o próprio amor.

Se reconhecermos melhor o seu amor e este encontrar lugar em nosso coração e o transformar, então nos será natural amar o nosso Pai «profunda e ternamente como filhos». Dessa forma, não apenas correspondemos ao seu desejo mais profundo e despertamos para a nossa verdadeira vocação, mas esse amor também transbordará através de nós para outras pessoas, todas elas chamadas a conhecer o Pai tão maravilhoso que temos.

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SÉRIE SOBRE A VIDA ESPIRITUAL: “Padecimentos na oração” (Parte II)

A oração é uma das glórias que já podemos desfrutar nesta vida, pois é uma escada pela qual Deus desce até nós e nós ascendemos até Ele. Entretanto, mesmo em nossa vida de oração, não estamos isentos das tensões de nossa existência terrena e temos que suportar todos os tipos de distúrbios. Mas Deus, em Sua sabedoria, se serve de tudo isso.

Ontem tínhamos começado a falar sobre os chamados “padecimentos na oração”, entre os quais mencionamos as distrações e a sequidão nos sentimentos. Hoje queremos continuar com alguns outros…

  • Aversão à oração

Quando se cultiva uma vida intensa de oração, pode acontecer que apareça uma aversão à oração, à Palavra de Deus, às coisas religiosas em geral. Tudo parece sem sentido! Isto pode ter causas diferentes. Por um lado, o Diabo está sempre interessado em nos dissuadir de avançar na vida espiritual e agir por meio de sugestões, querendo influenciar nossos pensamentos e sentimentos. Por outro lado, a relutância também pode vir de nossa natureza humana, que se rebela contra as exigências da fé e, de uma forma ou de outra, diz: “Eu não quero mais”.

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“CONHECER MAIS PROFUNDAMENTE AO PAI” 

 

«Não é verdade que vocês me amariam profunda e ternamente, como filhos, se soubessem de fato que tipo de Pai vocês têm?» (Mensagem de Deus Pai a Irmã Eugênia Ravasio).

Muitas coisas dependem do verdadeiro conhecimento de Deus. Por esse motivo, nosso divino Pai apareceu à Irmã Eugenia Ravasio e lhe ditou a Mensagem da qual extraímos as palavras que acabamos de ouvir. Conhecer e amar caminham juntos. Quanto mais profundamente conhecermos a Deus, mais o amaremos, pois nos depararemos com a sua essência, que é o próprio amor.

Se reconhecermos melhor o seu amor e este encontrar lugar em nosso coração e o transformar, então nos será natural amar o nosso Pai «profunda e ternamente como filhos». Dessa forma, não apenas correspondemos ao seu desejo mais profundo e despertamos para a nossa verdadeira vocação, mas esse amor também transbordará através de nós para outras pessoas, todas elas chamadas a conhecer o Pai tão maravilhoso que temos.

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SÉRIE SOBRE A VIDA ESPIRITUAL: “Padecimentos na oração” (Parte I)

Devido à extraordinária importância de ter uma vida de oração regular, daremos início hoje a uma pequena série de reflexões sobre a oração.

Quem leva a sério uma vida de oração – ou seja, quem não reza apenas ocasionalmente ou quando está em grande aflição – perceberá que nem sempre é um caminho fácil; há certos padecimentos que podem tornar a oração até mesmo penosa. Portanto, teremos que lutar contra a preguiça de nossa natureza humana, passar por processos de purificação e, naturalmente, ser confrontados com diversas tentações, que querem nos desencorajar. Podem até chegar ao ponto de nos fazer duvidar do sentido da oração, porque parece que Deus não a escuta e que não nos traz nenhuma satisfação. Assim, a alma corre o risco de jogar a toalha e abandonar este “fatigante” trato com Deus.

Antes de tudo, é preciso dizer que uma pessoa tem que habituar-se à oração. Pode haver etapas quando achamos fácil orar e temos prazer na “volta para casa” que experimentamos; etapas quando nos são concedidos sentimentos religiosos que nos enchem de alegria. Mas, a longo prazo, é preciso disciplina e perseverança para levar uma vida de oração regular. Certamente existem exceções a isto, e pode haver pessoas que geralmente acham fácil rezar. Mas, em geral, tende a ser como acabamos de dizer.

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