V. Adoramus te Christe et benedicimus tibi (Adoramo-vos, Cristo, e vos bendizemos).
R. Quia per Crucem tuam redemisti mundum (Pois pela vossa Santa Cruz remistes o mundo).
V. Adoramus te Christe et benedicimus tibi (Adoramo-vos, Cristo, e vos bendizemos).
R. Quia per Crucem tuam redemisti mundum (Pois pela vossa Santa Cruz remistes o mundo).
V. Adoramus te Christe et benedicimus tibi (Adoramo-vos, Cristo, e vos bendizemos).
R. Quia per Crucem tuam redemisti mundum (Pois pela vossa Santa Cruz remistes o mundo).
Tudo deve ser consumado. Nesta perspectiva, também podemos compreender a tripla queda de Jesus. O mundo imperfeito e pecador precisava ser redimido em sua totalidade. Read More
V. Adoramus te Christe et benedicimus tibi (Adoramo-vos, Cristo, e vos bendizemos).
R. Quia per Crucem tuam redemisti mundum (Pois pela vossa Santa Cruz remistes o mundo).
Jesus encontra-se com as mulheres de Jerusalém. Elas permanecem fiéis a ele. Seus corações estão feridos, pois elas testemunham o Filho de Deus sofrer a caminho da crucificação, sofrer pela humanidade. Assim, vemos que também houve quem não fechasse o coração para o Senhor. Read More
V. Adoramus te Christe et benedicimus tibi (Adoramo-vos, Cristo, e vos bendizemos).
R. Quia per Crucem tuam redemisti mundum (Pois pela vossa Santa Cruz remistes o mundo).
Mais uma vez vemos como o caminho é difícil. Quantas provações o Senhor suporta: o fardo físico, o fardo espiritual, tudo o que se passa à sua volta, a crueldade de tantos… Mas o que mais pesa sobre Ele é o fardo do pecado, que traz consigo a separação de Deus, e que Jesus assume agora em sua própria carne por nós, abdicando da glória do Pai.
V. Adoramus te Christe et benedicimus tibi (Adoramo-vos, Cristo, e vos bendizemos).
R. Quia per Crucem tuam redemisti mundum (Pois pela vossa Santa Cruz remistes o mundo).
Em Verônica, Jesus encontra uma alma bondosa, compassiva. Ela não zomba dele, não lhe vira as costas nem é indiferente a ele. Com esse gesto de amor e compaixão, ela lhe mostra o seu coração, oferecendo-lhe um lenço. Jesus compreende o gesto e imprime seu rosto no lenço. Deixa uma marca profunda em sua alma piedosa.
Se o Senhor havia acabado de ser reconfortado pelo encontro com sua mãe, que o amava de todo o coração, agora ele experimenta a ajuda forçada de Simão. As Escrituras não revelam o que o Cirineu deve ter sentido quando, de repente, se viu tão intimamente ligado ao destino do Senhor. Ele apenas cumpriu o seu dever e seguiu o seu caminho? Ou será que o Senhor tocou o seu coração, fazendo com que algo se passasse dentro dele? Ele era apenas um espectador dos acontecimentos que cercavam Jesus de Nazaré ou seu coração já estava aberto ao Senhor? Não sabemos!
Um encontro de grande profundidade… A mãe vê o filho sofredor.
Ela havia dito “sim” à vontade do Pai e compreendido que seu Filho era o Redentor do mundo. Agora, ela o vê trilhar esse caminho de humilhação para nos exaltar, assim como o velho Simeão havia predito: “Este é destinado à queda e à ascensão de muitos em Israel e, como sinal de contradição, uma espada transpassará sua própria alma” (Lc 2,34-35).
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