“O Deus da paciência e da consolação vos conceda ter uns para com os outros os mesmos sentimentos segundo Jesus Cristo, para que, unânimes, a uma boca, glorifiqueis a Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Rom 15,5-6).
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IMITANDO A ATITUDE DO SENHOR
“Se quisermos que Deus ignore nossas próprias falhas com misericórdia, não devemos dar muita importância às falhas dos outros.” (Juan Taulero).
A VERDADEIRA CONTRIÇÃO
“A verdadeira contrição é uma segunda inocência” (Juan Taulero).
Podemos entender bem essa frase se pensarmos, por exemplo, no arrependimento de Pedro, que chorou amargamente depois de reconhecer que havia negado o Senhor, por quem havia declarado que estava pronto para dar a vida (Lc 22,55-62). O que Jesus havia predito deve ter ardido em seu coração e, quando ele tomou consciência de sua negação, essa lembrança e a dor devem tê-lo levado a uma profunda conversão, pois ele amava o Senhor.
VERDADEIRA ALEGRIA
“Nossa alegria não está nas obras que realizamos, mas na magnitude do amor.” (Juan Taulero).
Os místicos nos lembram repetidas vezes do que constitui a essência de nossa fé. É claro que não se trata de desvalorizar as boas obras, pois elas nos acompanham:
A IRA DE DEUS À LUZ DE SEU AMOR
“Mesmo quando os homens experimentam minha “ira”, eles devem saber que eu os amo e os convido à conversão”. (Palavra interior).
VIGILÂNCIA, CORAGEM E RECOLHIMENTO
“Vigilância, mas sem medo; coragem, mas sem imprudência; recolhimento, mas ativo.” (Palavra interior).
A seguir, apresentamos alguns conselhos sobre como viver de forma frutífera o fato de seguirmos a Cristo. A vigilância é parte essencial da vida cristã. Não se trata apenas de identificar e afastar os ataques insidiosos do diabo, mas de estar atento a toda a nossa maneira de viver, conforme a exortação do apóstolo Paulo: “Vede como viveis, não como insensatos, mas como circunspectos, fazendo do tempo presente um tempo favorável, porque os dias são maus” (Ef 5,15-16).
A PROVIDÊNCIA DIVINA GOVERNA TUDO
“A Providência Divina governa todas as coisas, e o que consideramos um mal é um remédio.” (São Jerônimo).
