“Adorarás o Senhor teu Deus e o servirás” (Catecismo da Igreja Católica, Seção II, Art. 1).
O primeiro mandamento, resumido no Catecismo com as seguintes palavras, implica a proibição de adorar outros deuses (cf. Êx 20, 4-6).
“Adorarás o Senhor teu Deus e o servirás” (Catecismo da Igreja Católica, Seção II, Art. 1).
O primeiro mandamento, resumido no Catecismo com as seguintes palavras, implica a proibição de adorar outros deuses (cf. Êx 20, 4-6).
“O Senhor reconstrói Jerusalém, reúne os deportados de Israel” (Sl 146,2).
Este versículo do Salmo 146 pode não só ser aplicado à realidade histórica e visível da Cidade Santa, como também ser interpretado em sentido espiritual, como é próprio da Palavra de Deus. Olhemos para Jerusalém, a cidade predileta do nosso Pai: quantas vezes foi destruída ao longo da história! Depois de o Filho de Deus ter vindo até ela, desejando reunir os seus filhos sob as suas asas (cf. Lc 13, 34), os seus habitantes não reconheceram o momento da graça (cf. Lc 19, 44) e foram novamente destruídos, aniquilados e exilados. Até o Templo foi destruído!
“Quão grande seria a minha alegria ao ver os pais ensinarem os seus filhos a chamarem-me frequentemente de ‘Pai’, que é o que eu realmente sou” (Mensagem de Deus Pai à Irmã Eugênia Ravasio).
«A palavra do Senhor é verdadeira; as suas obras demonstram a sua fidelidade» (Sal 33,4).
Que possamos assimilar estas palavras no mais profundo do nosso ser! Esse é o grande desejo do nosso Pai Celestial. O Padre Richard Gräfes escreve com acerto: «A falta de confiança é o pecado típico dos “perfeitos”. Eles pensam sempre que não são suficientemente ativos e acreditam que devem estar constantemente a oferecer algo ao Redentor».
“Ninguém é bom, senão um só: Deus” (Mc 10,18).
Esta foi a primeira resposta de Jesus ao homem que Lhe perguntou o que deveria fazer para alcançar a vida eterna.
“Minha vida começa de novo a cada dia e termina a cada noite” (Santa Edith Stein).
Compreendemos bem o que a santa carmelita Edith Stein nos transmite com esta frase?
“Uma vez purificado, o justo transforma-se numa moeda do Senhor, carregando impressa a imagem do seu Rei” (São Clemente de Alexandria).