“Deus não está satisfeito com a quantidade de nosso trabalho, mas com o amor com que trabalhamos” (São Francisco de Sales).
“O amor cobre uma multidão de pecados” (1Pe 4,8) e aumenta o valor de todo o resto.
“Deus não está satisfeito com a quantidade de nosso trabalho, mas com o amor com que trabalhamos” (São Francisco de Sales).
“O amor cobre uma multidão de pecados” (1Pe 4,8) e aumenta o valor de todo o resto.
“Não se concentre em nada além de Deus”. (Beato Enrique Suso).
Conhecemos uma frase semelhante de Santo Agostinho, que nos diz que podemos fazer uso de todas as coisas deste mundo, mas somente Deus deve ser desfrutado.
“Considero impossível que o amor se contente em permanecer preso em um só lugar”. (Santa Teresa de Ávila).
O amor não pode se contentar em ficar preso em um só lugar, porque é infinito. “Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus e Deus nele”. (1Jo 4,16).
“Eu vos darei um coração novo e porei em vós um espírito novo. Tirarei de vosso corpo o coração de pedra e vos darei um coração de carne”. (Ez 36,26).
O que está em jogo é o coração do homem, a quem ele pertence?
“Somos feitos por ele, criados em Cristo Jesus, em vista das boas obras que preparou de antemão, para que nelas caminhemos”. (Ef 2,10).
O Pai preparou tudo para nós. Portanto, não se trata primariamente de realizar nossas próprias ideias em nossa vida. Na verdade, elas são limitadas e incontáveis, alinhadas uma após a outra sem realmente nos apontar a direção certa.
“A humanidade precisa das vestes nupciais para participar do Banquete do Cordeiro no tempo e na eternidade”. (Palavra interior).
A Igreja nos ensina que somos convidados para a ceia das bodas do Cordeiro e nos chama de abençoados por isso.
“Nunca perca a confiança nas horas de fraqueza. Eu também faço uso delas”. (Palavra interior).
Quem não conhece as horas de fraqueza ao seguir o Senhor? São aquelas horas ou até mesmo períodos de nossa vida em que ficamos aquém do que nos propusemos a fazer, quando as coisas não vão bem para nós e nos sentimos abandonados a nós mesmos. São esses momentos em que sucumbimos à nossa fraqueza, quando realmente gostaríamos de erradicá-la.