«Observem os mandamentos do Senhor. Não há nada mais nobre e sublime do que servir Deus» (São Lourenço Justiniano).
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Em atenção à tua palavra…
Lc 5,1-11
Naquele tempo, Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”.
VERDADEIRA UNIDADE
“Não temos todos um único Pai? Não nos criou o mesmo Deus?” (Ml 2, 10).
Nestas palavras, Pai amado, vislumbramos a unidade entre todos os homens, tal como a dispuseste. Todos fomos criados à Tua imagem e semelhança e todos somos chamados a estar Contigo na eternidade. No entanto, só isso poderá acontecer se vivermos de acordo com a ordem que estabeleceste. Como nos concedeste o livre-arbítrio, podemos falhar o nosso objetivo se abusarmos da liberdade que nos deste.
A LUZ DO EVANGELHO
“Quanto mais lermos o Evangelho, mais fortes seremos” (São Pio X).
Signos do Reino de Deus
Lc 4,38-44
Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los.
Sobriedade e vigilância
1Ts 5,1-6.9-11
Quanto ao tempo e à hora, meus irmãos, não há por que vos escrever. Vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como ladrão, de noite. Quando as pessoas disserem: “Paz e segurança!”, então de repente sobrevirá a destruição, como as dores de parto sobre a mulher grávida. E não poderão escapar. Mas vós, meus irmãos, não estais nas trevas, de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão.
MESMO ESTANDO LONGE, O PAI NOS VÊ
«O seu pai, vendo-o de longe, sentiu pena» (Lc 15,20).
Todos conhecemos a comovente parábola do filho pródigo (Lc 15, 11-32), que, depois de ter esbanjado a sua herança, regressa à casa do pai. Este recebe-o com alegria e celebra uma festa por tê-lo recuperado. Compreendemos bem que esta parábola nos transmite algo da verdadeira imagem do nosso Pai celestial.
