Querido Espírito Santo, um de vossos frutos maravilhosos é a paz. É uma paz que o mundo não pode dar (cf. Jo 14,27), mas também não pode roubar. Portanto, é uma paz diferente da paz que conhecemos normalmente: é uma paz que permanece.
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Meditações sobre o Espírito Santo (6/14): A BENIGNIDADE
Espírito Santo, diz-se de Vós que sois um espírito amável, benigno e amante dos homens, e um dos frutos que fazeis crescer nas almas é precisamente a benignidade.
A benignidade é uma atitude tão agradável em uma pessoa, com a qual ela poderá facilmente conquistar ao outro, fazendo-o sentir-se amado e respeitado. Se é uma benignidade sem falsidade ou hipocrisia – e certamente será se crescer na alma como fruto de vosso trabalho – ela se torna um sol na vida do homem. A benignidade reflete a atitude com a qual Deus vem ao nosso encontro, pois Ele não só quer que o reconheçamos como nosso Pai, mas também ser nosso amigo íntimo.
A NECESSIDADE DE DEUS DE NOS AMAR
«O meu amor de Pai e Criador faz-me sentir a necessidade de amar o homem» (Mensagem de Deus Pai à Irmã Eugênia Ravasio).
Meditações sobre o Espírito Santo (5/14): “A ALEGRIA”
Espírito Santo, a alegria é um dos frutos mais belos que Vós fazeis crescer em nós. É aquela alegria que, como o amor, faz com que tudo seja mais fácil e supera o fardo que a vida tantas vezes traz consigo; uma alegria que é espiritualmente contagiosa, podendo oferecer um raio de luz e consolo à outra pessoa, contanto que ela não se feche a isso.
NOVAMENTE A MISERICÓRDIA
«Tudo o que fazeis para glorificar-me — orações, jejuns, vigílias e outras obras de disciplina espiritual — contemplo com benevolência. No entanto, embora para os de pouca fé seja difícil de acreditar, sinto ainda mais prazer em permanecer junto aos meus escolhidos, que, em sua fraqueza e fragilidade humanas, buscam refúgio confiantemente em minha misericórdia» (palavras de Jesus a Santa Gertrudes de Helfta).
CONFIANÇA NAS HORAS DE DEBILIDADE
“Permaneça fiel a mim e não perca a confiança nas horas de fraqueza. Também delas eu me valho para o bem” (Palavra interior).
Meditações sobre o Espírito Santo (4/14): “O DOMÍNIO PRÓPRIO”
Amado Espírito Santo, no princípio Vós pairáveis sobre as águas e transformastes o caos em ordem (cf. Gn 1,2). Agora, Vós também quereis trazer ordem ao caos causado pelo pecado: ordem em nossa vida interior e exterior. Tanto alvoroço foi causado pelo pecado original e pelos consequentes pecados pessoais, a ponto de que vosso amigo Paulo gemia ao perceber esta lei em seus membros que lutava contra a lei de seu espírito, e que o prendia à lei do pecado (cf. Rm 7,23). Juntamente com ele, também nós gememos: “Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?” (Rom 7,24)
