«Não dorme nem repousa o guarda de Israel» (Sal 120,4).
Assim é, amado Pai: Tu sempre vigias sobre nós. Essa vigilância brota do teu amor por nós e não tem nada a ver com a desconfiança que nós, homens, lamentavelmente ainda costumamos abrigar.
«Não dorme nem repousa o guarda de Israel» (Sal 120,4).
Assim é, amado Pai: Tu sempre vigias sobre nós. Essa vigilância brota do teu amor por nós e não tem nada a ver com a desconfiança que nós, homens, lamentavelmente ainda costumamos abrigar.
Atos 14,19-28
Naqueles dias, de Antioquia e Icônio chegaram judeus que convenceram as multidões. Então apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, pensando que ele estivesse morto. Mas, enquanto os discípulos o rodeavam, Paulo levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu para Derbe com Barnabé. Depois de terem pregado o Evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, Icônio e Antioquia.
«Não se recompensa o começar, mas apenas o perseverar» (Santa Catarina de Sena).
«Assim como os rouxinóis jovens aprendem a cantar com os mais velhos, também nós aprendemos a rezar e a cantar com mais beleza os louvores a Deus quando nos relacionamos com os santos: ‘Diante dos anjos cantarei para ti’, exclama Davi» (São Francisco de Sales).
Atos 14,5-18
Naqueles dias, em Icônio, Pagãos e judeus, tendo à frente seus chefes, estavam dispostos a ultrajar e apedrejar Paulo e Barnabé. Ao saberem disso, Paulo e Barnabé fugiram e foram para Listra e Derbe, cidades da Licaônia, e seus arredores. Aí começaram a anunciar o Evangelho. Em Listra, havia um homem paralítico das pernas, que era coxo de nascença e nunca fora capaz de andar.
«Eu amo os teus preceitos, Senhor; dá-me a vida por teu amor» (Sal 118,159).
NOTA: Hoje meditaremos o evangelho segundo o calendário tradicional.