Bons conselhos

Prov 30,5-9 

 Toda palavra de Deus é comprovada: Ele é um escudo para quem nele confia. Não acrescentes coisa alguma às suas palavras, para que não sejas repreendido e passes por mentiroso. Duas coisas eu te pedi, esperando que não as recuses antes de eu morrer: afasta de mim vaidade e mentira, e não me dês indigência nem riqueza, concedendo-me apenas minha porção de alimento. Isto para que, estando farto, eu não seja tentado a renegar te, e comece a dizer: “Quem é o Senhor?” ou, tendo caído na indigência, me ponha a roubar e profane o nome do meu Deus. 

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DIA APÓS DIA, HORA APÓS HORA

“Todo dia é importante, toda hora ofereço minha salvação à humanidade. Vós deveis ter esse mesmo fim, para a alegria de nosso Pai, que vos ama” (Palavra interior). 

Nós, cristãos, precisamos acordar e viver cada vez mais conscientemente na presença de nosso Pai Celestial. De fato, a vigilância do espírito nos ensina a aproveitar cada hora para o Reino de Deus. Isso não significa que estejamos tensos e ansiosos, excessivamente preocupados com cada dia que passa. Em vez disso, é uma vigilância de amor, que nos exorta a aproveitar todas as oportunidades que o Senhor nos dá para servir à salvação das almas. 

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Fazer o bem sem demora

Prov 3, 27-34 

Não negues um benefício a quem o solicita, quando está em teu poder concedê-lo. Não digas ao teu próximo: “Vai, volta depois! Eu te darei amanhã”, quando dispões de meios. Não maquines o mal contra teu vizinho, quando ele habita com toda a confiança perto de ti. Não litigues com alguém sem ter motivo, se esse alguém não te fez mal algum. Não invejes o homem violento, nem adotes o seu procedimento, porque o Senhor detesta o que procede mal, mas reserva sua intimidade para os homens retos. Sobre a casa do ímpio pesa a maldição divina, a bênção do Senhor repousa sobre a habitação do justo. Se ele escarnece dos zombadores, concede a graça aos humildes. 

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Vencer o mal com o bem

 

Sab 2,12.17-20 

Os ímpios dizem: “Armemos ciladas ao justo, porque sua presença nos incomoda: ele se opõe ao nosso modo de agir, repreende em nós as transgressões da lei e nos reprova as faltas contra a nossa disciplina. Vejamos, pois, se é verdade o que ele diz, e comprovemos o que vai acontecer com ele. Se, de fato, o justo é ‘filho de Deus’, Deus o defenderá e o livrará das mãos dos seus inimigos. Vamos pô-lo à prova com ofensas e torturas, para ver a sua serenidade e provar a sua paciência; vamos condená-lo à morte vergonhosa, porque, de acordo com suas palavras, virá alguém em seu socorro”. 

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