“Assim como os olhos da escrava estão fixos nas mãos de sua senhora, nossos olhos estão fixos no Senhor nosso Deus.” (Sal 122,2).
Como podemos aprender a manter nossos olhos sempre fixos em nosso Pai?
“Assim como os olhos da escrava estão fixos nas mãos de sua senhora, nossos olhos estão fixos no Senhor nosso Deus.” (Sal 122,2).
Como podemos aprender a manter nossos olhos sempre fixos em nosso Pai?
Lc 10,17-24
Naquele tempo, os setenta e dois voltaram muito contentes, dizendo: “Senhor, até os demônios nos obedeceram por causa do teu nome”. Jesus respondeu: “Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago. Eu vos dei o poder de pisar em cima de cobras e escorpiões e sobre toda a força do inimigo. E nada vos poderá fazer mal.
“Viva para mim e eu farei com que sua vida seja proveitosa para muitas pessoas.” (Palavra interior).
A fecundidade de nossa jornada de seguir a Cristo depende menos de nossos próprios esforços do que de nossa união com o Pai. Sem minimizar a importância de nossa própria contribuição, precisamos internalizar repetidamente a hierarquia espiritual da vida. Para nós, homens, isso não é tão fácil de entender, porque em uma sociedade baseada no desempenho, o valor da contemplação dificilmente é reconhecido. Em vez disso, o prestígio adquirido em tal “meritocracia” é medido de acordo com a abundância de realizações, conhecimento, ganhos materiais etc. Muitas vezes somos marcados por esses critérios.
Lc 10,13-16
Naquele tempo, disse Jesus: “Ai de ti, Corazim! Aí de ti, Betsaida! Porque se em Tiro e Sidônia tivessem sido realizados os milagres que foram feitos no vosso meio, há muito tempo teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e sentando-se sobre cinzas. Pois bem: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia terão uma sentença menos dura do que vós. Ai de ti, Cafarnaum! Serás elevada até o céu? Não, tu serás atirada no inferno. Quem vos escuta, a mim escuta; e quem vos rejeita, a mim despreza; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.
“Permaneça unido a mim sempre e em todas as circunstâncias” (Palavra interior).
Não há dúvida de que nosso Pai, por Sua vez, permanece ininterruptamente unido a nós, enquanto vivermos em Sua graça. Também sabemos que, quando nos desviamos do caminho certo, Ele nos procura sem falta. Portanto, a exortação é dirigida a nós para que não permitamos que ninguém ou nada nos desvie nem um pouco do caminho reto de seguir a Cristo.
“Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará” (Jo 14,23).
Jesus nunca se cansa de mostrar a seus discípulos – e, portanto, também a nós hoje – sua íntima unidade com o Pai Celestial. As pessoas devem reconhecer que foi o Pai que o enviou e que tudo o que o Filho diz e faz é por ordem do Pai.
Jó 19,21-27
Disse Jó: “Piedade, piedade de mim, meus amigos, pois a mão de Deus me feriu! Por que me perseguis como Deus, e não vos cansais de me torturar? Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros. Dentro de mim consomem-se os meus rins”.