A limitação do criado

Ecl 1, 2-11

Vaidade das vaidades!”, diz o Eclesiastes. “vaidade das vaidades! Tudo é vaidade!” Que proveito tira o homem de todo o trabalho com que se afadiga debaixo do sol? Uma geração passa, outra vem, mas a terra sempre subsiste. O sol se levanta, o sol se põe e se apressa a voltar a seu lugar onde renasce. O vento sopra para o sul, volta para o norte, volteia e gira nos mesmos circuitos. Todos os rios se dirigem para o mar, e o mar não transborda. Em direção ao mar, para onde correm os rios, para lá correm sem cessar. Todas as coisas se afadigam, mais do que se pode dizer. A vista não se farta de ver, o ouvido nunca se sacia de ouvir. O que foi é o que será. O que aconteceu é o que há de acontecer. Não há nada de novo debaixo do sol. Se é encontrada alguma coisa da qual se diz: “Veja, isto é novo”, ela já existia nos tempos passados. Não há memória do que é antigo, nem nossos descendentes não deixarão memória junto àqueles que virão depois deles.

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QUERO QUE ESTEJAM COMIGO

“Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo.” (Jo 17,24a).

Com essas palavras, Jesus expressa a plenitude do Seu amor por nós. Ele nos quer ter sempre consigo. Nunca poderá nos levar a um lugar melhor do que o Seu Reino eterno, em comunhão com o Pai Celestial, o Espírito Santo e todos aqueles cujos corações pertencem a Deus.

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Bons conselhos

Prov 30,5-9

Toda palavra de Deus é comprovada: Ele é um escudo para quem nele confia. Não acrescentes coisa alguma às suas palavras, para que não sejas repreendido e passes por mentiroso. Duas coisas eu te pedi, esperando que não as recuses antes de eu morrer: afasta de mim vaidade e mentira, e não me dês indigência nem riqueza, concedendo-me apenas minha porção de alimento. Isto para que, estando farto, eu não seja tentado a renegar te, e comece a dizer: “Quem é o Senhor?” ou, tendo caído na indigência, me ponha a roubar e profane o nome do meu Deus. Read More

A verdadeira unidade entre os homens

Lc 8,19-21

Naquele tempo, a mãe e os irmãos de Jesus aproximaram-se, mas não podiam chegar perto dele, por causa da multidão. Então anunciaram a Jesus: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem te ver”. Jesus respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática”.

Com estas palavras, o Senhor revela a dimensão suprema do parentesco entre os homens; isto é, o vínculo entre aqueles que vivem como verdadeiros filhos de Deus. Esta nova dimensão supera todos os laços de sangue, pois os filhos de Deus estão orientados para a mesma meta: seu Pai Celestial. Com ninguém podemos ter um relacionamento tão familiar como com aqueles que procuram sinceramente a vontade de Deus e tentam cumpri-la dia após dia.

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Festa de São Mateus, apóstolo e evangelista: “A paciência”

Ef 4, 1-7.11-13

Irmãos: Exorto-vos, pois, – prisioneiro que sou pela causa do Senhor –, que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados, com toda a humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade. Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos. Mas a cada um de nós foi dada a graça, segundo a medida do dom de Cristo. A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé ­e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo.

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