O CAMINHO DO ADVENTO | Dia 2: “Deus nos ama desde toda a eternidade”

O primeiro passo no nosso caminho do Advento consiste em assimilar profundamente o conceito da bondosa Providência de Deus, pois só assim compreendemos que fomos chamados à existência pelo amor de Deus, que nos abençoa constantemente com a sua presença. Não somos um produto casual nem um capricho da natureza destinado a desaparecer. Não! Deus criou-nos para vivermos em comunhão com Ele e para participarmos na sua plenitude (cf. Ef 1, 4-6). O Senhor diz-nos:

“Chamei-te pelo teu nome, és meu” (Is 43, 1).

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FLORZINHAS DO AMOR

“No crepúsculo da vida, seremos julgados pelo amor” (São João da Cruz).

 No dia em que escrevo esta meditação, 24 de novembro, celebra-se São João da Cruz, segundo o calendário tradicional. Este santo foi um grande aliado espiritual de Santa Teresa de Ávila. Ambos eram dotados de uma profunda sabedoria interior que lhes permitiu trilhar o caminho da santidade e transmiti-lo.

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Vida dos Santos | “São Cuthbert Mayne: Mártir do catolicismo na Inglaterra anglicana”

Uma grande tribulação abateu-se sobre os fiéis da Inglaterra e do País de Gales quando o rei Henrique VIII se separou da autoridade de Roma, em 1531, e fundou a chamada “Igreja da Inglaterra”. A situação piorou ainda mais durante o reinado de Isabel I. Os católicos eram tratados e perseguidos como inimigos do Estado. Como já não havia bispos católicos, deixou de ser possível ordenar padres católicos. A Igreja Católica, que ocupava uma posição de destaque na Inglaterra, parecia estar prestes a ser extinta.

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Vida dos Santos | “Santo Estevão, o jovem: Vítima do iconoclasmo”

Antes de entrarmos na história do santo de hoje, o que é a iconoclastia?

Após o Concílio de Calcedónia, surgiu uma controvérsia na Igreja Oriental sobre a representação de Cristo em ícones. Influenciados pela doutrina islâmica da inacessibilidade de Deus, os opositores das imagens argumentavam que, sendo Cristo o verdadeiro Deus, não podia ser representado e consideravam que um ícone realçava demasiado a sua humanidade. Por outro lado, os defensores das imagens afirmavam que o Espírito de Deus impregnava as representações visíveis do Deus invisível. Em 726, o imperador Leão III proibiu as imagens e ordenou a sua destruição em todas as igrejas e mosteiros.

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