Hoje concluímos o tópico que estamos discutindo nos últimos dias: o caminho para um coração puro. Baseamo-nos nestas palavras de Jesus:
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“Como obter um coração puro?” (Parte II)
Continuamos hoje com o tema que discutimos ontem: a purificação do coração.
Ao nos dispormos a ver as nossas sombras diante de um Deus amoroso, surge um realismo duplo: por um lado, reconhecemos o “lado escuro” em nosso interior e, ao mesmo tempo, encontramos a misericórdia de Deus. Começamos a entender que Deus não nos rejeita ou castiga por causa da impureza que vem do nosso coração, mas que em Seu amor, se propôs a trazer luz às trevas.
UM CAMINHO QUE ESTÁ SEMPRE ABERTO
“Pode confiar tudo a mim e sempre abrir seu coração para mim.” (Palavra interior).
Não é isso que desejamos? Não procuramos alguém em quem possamos confiar plenamente e que nos ouça e compreenda?
GRATIDÃO ETERNA
“Como podemos lhe agradecer, ó Pai amado, por seu amor e infinita misericórdia?” (Hino de louvor à Santíssima Trindade).
“Como obter um coração puro?” (Parte I)
NOTA: Por motivo de uma enfermidade, vamos interromper as nossas meditações sobre o Evangelho de João nos próximos dias e ouvir uma série de três dias sobre a purificação do coração. É possível fazer uma ligação interior, pois ao longo do Evangelho de João encontramos repetidamente os corações fechados dos judeus hostis, e é sempre bom examinar o nosso próprio coração e apresentá-lo a Deus para purificação.
O EVANGELHO DE SÃO JOÃO | “Não os deixarei órfãos”
Jo 14,15-23
Se me amais, observareis os meus mandamentos; e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Paráclito, para que fique eternamente convosco, o Espírito de verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós.
O CASTELO INTERIOR
“Farei de seu coração o trono de minha glória e de minha misericórdia.” (Palavra interior).
Se entregarmos o nosso coração ao Pai Celestial, Ele não descansará enquanto não o tiver transformado em um maravilhoso castelo interior, adornado com todo tipo de pedras preciosas. São as virtudes teologais e os dons do Espírito Santo que se desenvolvem em nós. Desse modo, glorificamos o nosso Pai, porque, ao adotarmos os seus traços e refletirmos o seu ser, nos tornamos “outros Cristos”, como se dizia de São Francisco de Assis.
