Com convicção e coragem, Joana empreende a árdua viagem rumo a Chinon, que se prolongará por onze dias. Ela sabe que recebeu uma missão de Deus, por isso não teme ser detida por nada nem por ninguém. Além disso, encoraja constantemente os seus acompanhantes. Durante o processo de reabilitação da santa, dois deles darão testemunho desta viagem.
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A HIERARQUIA ESPIRITUAL
«Buscai primeiro o Reino de Deus, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas» (Mt 6,33).
Santa Joana d’Arc (III) “A missão começa”
Durante a sua adolescência, Joana guardou em seu interior o segredo entre Deus e ela. Não o contou a ninguém, nem sequer ao seu pároco, aos seus pais ou aos seus amigos. Pouco a pouco, os seus santos foram-lhe revelando mais detalhes sobre a missão que lhe era encomendada e, sob a orientação deles, orientou toda a sua vida para o seu cumprimento.
Santa Joana d’Arc (II) “A missão da santa”
Joana nasceu em 6 de janeiro de 1412 em Domrémy (França), sendo a quarta filha de Jacques d’Arc e de sua esposa, Isabelle. Cresceu em um ambiente rural simples. Não sabia ler nem escrever, mas aprendeu a fiar e a costurar, e às vezes cuidava das tarefas de casa. Seus pais eram cristãos devotos. Sua mãe lhe incutiu a fé desde a sua mais terna infância.
COMO LIDAR COM AS PREOCUPAÇÕES?
«Não andeis preocupados dizendo: que vamos comer, ou que vamos beber? (…) Bem sabe o vosso Pai celestial que tendes necessidade de tudo isso» (Mt 6,31-32).
Santa Joana d’Arc (I) “O coração da santa”
Era o dia 30 de maio de 1431 na cidade de Rouen (França), um dia após a Festa da Santíssima Trindade. Pela manhã, uma grande multidão havia se reunido na praça do mercado, perto da igreja do Redentor. Além do povo e do clero, muitos soldados estavam presentes. No entanto, não eram soldados franceses, mas ingleses, pois Rouen era uma das cidades que haviam caído sob o domínio inglês durante a Guerra dos Cem Anos.
A ORAÇÃO DO SENHOR
«Pai nosso, que estais no Céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no Céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.» (Mt 6,9-13).
