Na meditação de hoje, refletiremos sobre um último aspecto da vocação de São Pedro, após termos examinado alguns dos requisitos indispensáveis para exercer um ministério tão elevado. Ao longo da história da Igreja, tivemos papas extraordinários, dignos sucessores de Pedro, mas também outros que mal reuniam as disposições interiores para desempenhar seu ministério de forma frutífera. No entanto, nós, católicos, podemos afirmar com alegria que a «rocha de Pedro» resistiu às tempestades ao longo dos séculos.
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NADA MAIS DOCE QUE MARIA
«Nada é mais poderoso, nada mais doce, nada mais forte que ela.” (Santo Estanislau Kostka).
A PRIORIDADE NA VIDA
«Antônio [o pai do deserto] costumava dizer que o dever do homem é dedicar todo o seu tempo à alma, mais do que ao corpo. Certamente, visto que a necessidade o exige, algum tempo deve ser dedicado ao corpo, mas com zelo ainda maior deve-se entregar todo o resto à alma e à busca do seu bem-estar, para que não seja arrastada pelos prazeres do corpo; pelo contrário, o corpo deve ser colocado sob a sujeição da alma» (Santo Atanásio de Alexandria).
REFLEXÕES SOBRE A IGREJA “Características de um verdadeiro pastor”
Na meditação de ontem, destacamos que, antes de confiar-lhe a missão de apascentar as suas ovelhas, Jesus perguntou três vezes a Pedro se o amava (Jo 21,15-19).
Depois, refletimos sobre uma das tarefas primordiais do ministério petrino, que consiste em zelar pela fiel transmissão da doutrina de Cristo ao longo dos séculos até o dia do seu Retorno glorioso no Fim dos Tempos. De fato, a Igreja entendeu o chamado de Jesus a Pedro como a instituição de um ministério de pastor universal. Neste contexto, ressaltamos quão importante é que a Igreja se proteja das falsas doutrinas e as rejeite, para que o seu veneno não penetre no Corpo de Cristo.
REFLEXÕS SOBRE A IGREJA “Apascenta minhas ovelhas”
Neste maravilhoso tempo que se estende entre a ressurreição do Senhor, sua ascensão ao céu e a descida do Espírito Santo, queremos aprofundar no tema da Igreja. Sem dúvida, durante esses quarenta dias o Senhor preparou intensamente seus discípulos para o que estaria por vir, fê-los partícipes de seus planos salvíficos – na medida em que podiam compreendê-los naquele momento – e traçou-lhes o caminho a seguir. Uma de suas indicações essenciais fica patente na seguinte passagem do Evangelho:
O SENHOR PERMANECE VIGILANTE
«Não dorme nem repousa o guarda de Israel» (Sal 120,4).
Assim é, amado Pai: Tu sempre vigias sobre nós. Essa vigilância brota do teu amor por nós e não tem nada a ver com a desconfiança que nós, homens, lamentavelmente ainda costumamos abrigar.
É preciso que passemos por muitas tribulações para entrar no Reino de Deus
Atos 14,19-28
Naqueles dias, de Antioquia e Icônio chegaram judeus que convenceram as multidões. Então apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, pensando que ele estivesse morto. Mas, enquanto os discípulos o rodeavam, Paulo levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu para Derbe com Barnabé. Depois de terem pregado o Evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, Icônio e Antioquia.
