Após a coroação de Carlos VII em Reims, começaram as negociações entre o rei e os borgonheses. Como ouvimos na meditação de ontem, Joana havia escrito, no mesmo dia da coroação, uma carta ao duque da Borgonha, Filipe, o Bom, suplicando-lhe em nome de Deus: «Que o rei da França e vós seleis uma paz boa e estável que dure por muito tempo. Perdoai-vos mutuamente de todo o coração, como cristãos».
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NÃO JULGUEIS
«Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados» (Mt 7,15-16a).
Santa Joana d’Arc (VI) “A coroação do rei em Reims”
Uma vez libertada a cidade de Orléans do cerco, Joana tinha urgência em cumprir a sua segunda predição: levar o rei a Reims para a sua coroação. Suas vozes lhe haviam dado a entender que não dispunha de muito tempo para cumprir sua missão e que era preciso aproveitar o momento oportuno.
O ESPÍRITO DE DISCERNIMENTO
«Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis» (Mt 7,15-16a).
Santa Joana d’Arc (V) Joana cumpre sua previsão: A libertação de Orléans
Desde que Joana d’Arc entrou em cena, o panorama da guerra mudou a favor da Coroa francesa. O fato decisivo havia acontecido: o herdeiro Carlos VII havia recebido Joana e se convencido de que ela fora enviada pelo Rei do Céu; as autoridades eclesiásticas também haviam dado sua aprovação. Assim, Deus pôde realizar seus planos.
SEGUIR O BOM PASTOR
«Eu sou o bom pastor, conheço as minhas e as minhas me conhecem» (Jo 10,14).
Santa Joana d’Arc (IV) “Carlos VII dá ouvidos a Joana”
Com convicção e coragem, Joana empreende a árdua viagem rumo a Chinon, que se prolongará por onze dias. Ela sabe que recebeu uma missão de Deus, por isso não teme ser detida por nada nem por ninguém. Além disso, encoraja constantemente os seus acompanhantes. Durante o processo de reabilitação da santa, dois deles darão testemunho desta viagem.
