«Às vezes, a dor é mais proveitosa para o homem do que a saúde; a tensão mais útil do que o descanso; e a repreensão mais benéfica do que a condescendência. Assim, os dias bons não devem nos levar à arrogância, nem a adversidade ao desânimo e ao abatimento» (São Gregório Nazianzeno).
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O Espírito da verdade
O evangelho de hoje nos convida a meditar mais uma vez sobre o Espírito Santo.
O verdadeiro guia da missão
Após ter refletido nas três últimas meditações sobre a vocação de um verdadeiro pastor na Igreja, especialmente a de São Pedro e seus sucessores como pastores supremos do rebanho de Cristo, convém meditar sobre a seguinte passagem dos Atos dos Apóstolos, na qual se reconhece claramente o Espírito Santo como guia da missão da Igreja.
REFLEXÕES SOBRE A IGREJA “O ministério petrino como sinal de unidade”
Na meditação de hoje, refletiremos sobre um último aspecto da vocação de São Pedro, após termos examinado alguns dos requisitos indispensáveis para exercer um ministério tão elevado. Ao longo da história da Igreja, tivemos papas extraordinários, dignos sucessores de Pedro, mas também outros que mal reuniam as disposições interiores para desempenhar seu ministério de forma frutífera. No entanto, nós, católicos, podemos afirmar com alegria que a «rocha de Pedro» resistiu às tempestades ao longo dos séculos.
NADA MAIS DOCE QUE MARIA
«Nada é mais poderoso, nada mais doce, nada mais forte que ela.” (Santo Estanislau Kostka).
A PRIORIDADE NA VIDA
«Antônio [o pai do deserto] costumava dizer que o dever do homem é dedicar todo o seu tempo à alma, mais do que ao corpo. Certamente, visto que a necessidade o exige, algum tempo deve ser dedicado ao corpo, mas com zelo ainda maior deve-se entregar todo o resto à alma e à busca do seu bem-estar, para que não seja arrastada pelos prazeres do corpo; pelo contrário, o corpo deve ser colocado sob a sujeição da alma» (Santo Atanásio de Alexandria).
