Agora descestes, Amado Espírito Santo! Nesta ocasião, chegastes na tempestade, em uma “violenta rajada de vento” (cf. At 2,2); e não em uma “brisa suave” como quando vos manifestastes ao vosso amigo, o Profeta Elias (cf. 1Rs 19,11-13). A ele vos mostrastes de forma mais escondida e suave, assim como costumais agir nas almas daqueles que vos deixam entrar. Mas hoje, no acontecimento de Pentecostes, foi diferente… Quão maravilhoso e convincente foi o vosso agir! Os apóstolos falavam e anunciavam em sua própria língua; mas todos os ali presentes os entendiam, cada qual em seu próprio idioma.
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PEDIR AO ESPÍRITO SANTO
«Se vós, sendo maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?» (Lc 11,13).
Meditações sobre o Espírito Santo (8/14): LUZ NA ESCURIDÃO
Vinde, Espírito Santo, iluminai-nos, porque Vós sois a luz que ilumina nossas trevas. Apartai de nós toda cegueira espiritual, para que possamos vos reconhecer melhor e ser capazes de perceber a realidade em vossa luz. Pois há uma grande diferença entre ver a realidade simplesmente em sua dimensão natural, ou saber reconhecer vosso trabalho em tudo.
PODES FAZER TUDO
«Se permanecerdes unido ao vosso Pai por meio da oração, podes fazer tudo» (Palavra interior).
LIVRA-TE DE TODAS AS TUAS CORRENTES
« Livra-te de todas as tuas correntes, que há muito foram soltas, e avança comigo » (Palavra interior).
Meditações sobre o Espírito Santo (7/14): A PAZ
Querido Espírito Santo, um de vossos frutos maravilhosos é a paz. É uma paz que o mundo não pode dar (cf. Jo 14,27), mas também não pode roubar. Portanto, é uma paz diferente da paz que conhecemos normalmente: é uma paz que permanece.
Meditações sobre o Espírito Santo (6/14): A BENIGNIDADE
Espírito Santo, diz-se de Vós que sois um espírito amável, benigno e amante dos homens, e um dos frutos que fazeis crescer nas almas é precisamente a benignidade.
A benignidade é uma atitude tão agradável em uma pessoa, com a qual ela poderá facilmente conquistar ao outro, fazendo-o sentir-se amado e respeitado. Se é uma benignidade sem falsidade ou hipocrisia – e certamente será se crescer na alma como fruto de vosso trabalho – ela se torna um sol na vida do homem. A benignidade reflete a atitude com a qual Deus vem ao nosso encontro, pois Ele não só quer que o reconheçamos como nosso Pai, mas também ser nosso amigo íntimo.
