Tudo seria mais simples se os homens se submetessem ao domínio amoroso do Senhor, se deixassem encher pelo seu Espírito e, nessa relação de amor com Deus e com os outros, levassem uma vida plena e santa.
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O CAMINHO DO ADVENTO | Dia 4: “Abraão e Israel”
O amor de Deus alcança aqueles que não lhe fecham o coração. Nem todos Lhe viraram as costas, nem vivem indiferentes à sua vida terrena, nem permanecem mergulhados no letargo ou mantêm os ouvidos fechados ao Seu chamado. Também há aqueles que Lhe são fiéis!
PODE HAVER ALGUÉM MAIS GENEROSO DO QUE VÓS?
«Pode haver alguém mais generoso do que Vós na hora de dar, se apenas encontrar alguém que receba? Quem retribui mais generosamente do que Vós os serviços que vos são prestados?» (Santa Teresa de Ávila).
O CAMINHO DO ADVENTO | Dia 3: “Deus procura o homem”
“Adão, onde estás?” (Gn 3,9).
O coração de Deus procura o homem que, depois de ter sucumbido à sedução das forças das trevas, lhe virou as costas.
DISSOLVER A CONFUSÃO NO CORAÇÃO DE DEUS
«Nunca se deixe confundir e mantenha seu coração em mim» (Palavra interior).
Muitas coisas, tanto dentro como fora de nós, procuram confundir-nos e inquietar-nos. Isso deve-se, por um lado, a uma certa desordem na nossa alma, a diversas impressões que querem exercer influência sobre ela e que não discernimos suficientemente. Por outro lado, também provém do diabo, a quem, com razão, o podemos acusar de o grande causador da confusão. Ele aproveita o potencial de confusão que já existe na nossa alma para o aumentar ainda mais.
O PAI DÁ A TODOS ABUNDANTEMENTE
«Se algum de vós carece de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá abundantemente e sem reprovação, e ela lhe será concedida» (St 1,5).
O CAMINHO DO ADVENTO | Dia 2: “Deus nos ama desde toda a eternidade”
O primeiro passo no nosso caminho do Advento consiste em assimilar profundamente o conceito da bondosa Providência de Deus, pois só assim compreendemos que fomos chamados à existência pelo amor de Deus, que nos abençoa constantemente com a sua presença. Não somos um produto casual nem um capricho da natureza destinado a desaparecer. Não! Deus criou-nos para vivermos em comunhão com Ele e para participarmos na sua plenitude (cf. Ef 1, 4-6). O Senhor diz-nos:
“Chamei-te pelo teu nome, és meu” (Is 43, 1).
