“Cuidado com o primeiro tropeço, pois caso contrário outros se seguirão e o hábito tornar-se-á pecado. Nunca prove o doce veneno, mesmo que lhe seja servido em taças de ouro, pois a morte é a consequência inevitável” (São José de Calasanz).
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A cegueira dos pastores
Mt 23,13-22
Naquele tempo, disse Jesus: “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o Reino dos Céus aos homens. Vós, porém, não entrais, nem deixais entrar aqueles que o desejam. Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas!
O MARTÍRIO DO AMOR
“O meu amor por ti poderá crescer ainda mais no teu coração” (Palavra interior).
Da fé passaremos à visão beatífica e a esperança será realizada na eternidade. Porém, o amor permanecerá para sempre. Como escreve São Paulo no hino à caridade: «A caridade nunca acaba. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência será anulada» (1 Cor 13, 8).
A CONFIANÇA EM DEUS FRUTIFICA TUDO
“Quanto mais confiares em mim, mais poderei fazer frutificar a tua vida” (Palavra interior).
A confiança no nosso Pai Celestial não é apenas de suma importância para a nossa vida pessoal no seguimento de Cristo, mas também, e em particular, para o apostolado.
Cura interior em Deus (Parte IX)
Na meditação de ontem, comecei a abordar a “cura do subconsciente”. Antes de aprofundar o tema, gostaria de citar um versículo do Salmo 19: “Quem percebe os seus erros? Das faltas ocultas, purifica-me” (Sl 19, 13). Embora neste caso se refira a faltas que implicam culpa, podemos adaptar estas palavras e dirigi-las como um pedido ao Senhor: “Livra-me das correntes das quais não tenho consciência. Que elas não tenham domínio sobre mim!”.
Cura interior em Deus (Parte VIII)
Antes de abordar outro aspecto relacionado com a cura da alma, que se distingue, de certa forma, dos subtemas anteriores, considero muito importante explicar este processo clássico de cura através da prática da verdadeira fé católica.
AMOR E SOFRIMENTO
“Um amor que não conhece o sofrimento não é digno desse nome” (Santa Clara de Assis).
Como o amor está associado ao sofrimento na nossa vida terrena, algumas pessoas não querem arriscar-se a amar. Temem ser magoadas e mantêm o coração numa “zona segura”, para se sentirem protegidas. No entanto, a essência do amor é diferente. Tal como ninguém pode ir para a guerra sem estar disposto a ser ferido, ninguém pode pretender amar sem estar disposto a sofrer. O amor é o tesouro mais belo e nobre. Porém, não pode ser adquirido como uma realidade duradoura na nossa vida terrena se não aceitarmos as suas condições.