Festa de São Bartolomeu, Apóstolo: “O apóstolo Bartolomeu”  

Jo 1,45-51

Filipe encontra Natanael e lhe diz: “Achamos aquele de quem Moisés escreveu na Lei e que os profetas anunciaram; é Jesus de Nazaré, filho de José”. Respondeu-lhe Natanael: “Pode, porventura, vir coisa boa de Nazaré?” Disse-lhe Filipe: “Vem e  vê.” Jesus vê Natanael, que lhe vem ao encontro, e diz: “Eis um verdadeiro israelita, no qual não há falsidade.” Natanael pergunta-lhe: “De onde me conheces?” Respondeu Jesus: “Antes que Filipe te chamasse, eu o vi quando estavas debaixo da figueira.” Falou-lhe Natanael: “Rabbí, tú és o Filho de Deus, tú és o Rei de Israel.” Jesús replicou-lhe: “Porque eu te disse que te vi debaixo da figueira, crês! Verás coisas maiores que esta.” E acrescentou: “Em verdade, em verdade vos digo: vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.” Read More

A Sabedoria de Deus em tudo

Rm 11,33-36

Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Como são inescrutáveis os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos! De fato, quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem se antecipou em dar-lhe alguma coisa, de maneira a ter direito a uma retribuição? Na verdade, tudo é dele, por ele e para ele. A ele a glória para sempre. Amém!

Esta exclamação brota das profundezas do coração de São Paulo ao reconhecer os maravilhosos desígnios de Deus apesar da obstinação do povo de Israel, que na sua maioria não reconheceu o Messias. A Paulo foi concedido um conhecimento profundo de Deus, e para evitar que ele caísse em presunção o Senhor permitiu que passasse por um certo sofrimento que ele mesmo descreve como um “espinho” na sua carne (cf. 2 Cor 12, 7).

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Uma lição de humildade

Mt 23,1-12

Naquele tempo, Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: “Os mestres da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo. Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços, e põem na roupa longas franjas. Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de Mestre. Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos. Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”. Read More

A hierarquia dos mandamentos

Mt 22,34-40

Naquele tempo, os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

Escutaremos uma meditação escrita pelo irmão Elias, narrada por Felipe e acompanhadas por cantos de Harpa Dei.

É importante termos a ordem dos mandamentos em mente a fim de agirmos de acordo com esta hierarquia. O primeiro e mais importante dos mandamentos é amar a Deus. Este é o fator decisivo para que o homem corresponda à ordem fundamental de sua existência.

O cumprimento do primeiro mandamento é a missão principal da vida e somente alcançará sua plenitude na eternidade.

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O traje de festa

Mt 22,1-14

Naquele tempo, Jesus tornou a falar-lhes por meio de parábolas: “O reino dos Céus é comparado a um rei que celebrava as bodas de seu filho. Enviou seus servos para chamar os convidados, mas eles não quiseram vir. Enviou outros ainda, dizendo-lhes: Dizei aos convidados que já está preparado o meu banquete; meus bois e meus animais cevados estão mortos, tudo está preparado. Vinde às bodas! Mas, sem se importarem com aquele convite, foram-se, um a seu campo e outro para o seu negócio. Outros lançaram mãos de seus servos, insultaram-nos e os mataram. O rei soube e se indignou em extremo. Enviou suas tropas, matou aqueles assassinos e incendiou-lhes a cidade. Disse depois a seus servos: O festim está pronto, mas os convidados não foram dignos. Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes. Espalharam-se eles pelos caminhos e reuniram todos quantos acharam, bons e maus, de modo que a sala do banquete ficou repleta de convidados. O rei entrou para vê-los e viu alí um homem que não trazia a veste nupcial. Perguntou-lhe: Meu amigo, como entraste aqui, sem a veste nupcial? O homem não proferiu palavra alguma. Disse, então, o rei ais servos: Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores. Alí haverá choro e ranger de dentes. Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos.”

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A responsabilidade dos pastores

Ez 34, 1-11

A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: “Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; dize-lhes, a esses pastores, este oráculo: eis o que diz o Senhor Deus: ai dos pastores de Israel que só cuidam do seu próprio pasto. Não é seu rebanho que devem pastorear os pastores? Vós bebeis o leite, vestis-vos de lã, matais as reses mais gordas e sacrificais, tudo isso sem nutrir o rebanho. Vós não fortaleceis as ovelhas fracas; a doente, não a tratais; a ferida, não a curais; a transviada, não a reconduzis; a perdida, não a procurais; a todas tratais com violência e dureza. Assim, por falta de pastor, dispersaram-se minhas ovelhas, e em sua dispersão foram expostas a tornarem-se presa de todas as feras. Minhas ovelhas vagueiam em toda parte sobre a montanha e sobre as colinas, elas se acham espalhadas sobre toda a superfície da terra, sem que ninguém cuide delas ou se ponha a procurá-las.

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Flávia Helena Augusta

A meditação de hoje é dedicada a Santa Helena, Imperatriz e mãe do Imperador Constantino. O dia 18 de agosto é considerado o dia de sua morte, razão pela qual a Igreja Católica geralmente celebra a sua memória nesta data.

Ao invés de hoje tomarmos uma leitura bíblica, começaremos esta meditação com algumas palavras do cântico do Magnificat:

O Senhor “derrubou os poderosos de seus tronos e elevou os humildes” (Lc 1,52).

Helena, a grande imperatriz que desempenhou um papel tão importante na difusão do cristianismo, nasceu em uma família pobre e pagã na Bitínia (Ásia Menor) em meados do século III.

Em sua adolescência e juventude trabalhou numa pensão, onde conheceu um famoso general do exército romano chamado Constâncio, que a tomou como esposa apesar da diferença de classe social. A alta posição que desfrutou depois disso não impediu que Helena permanecesse simples e modesta. Por volta do ano 274 Helena deu à luz ao seu único filho, a quem conhecemos como Constantino, o Grande.

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