Santa Brígida da Suécia

 

Nota: De acordo com o calendário tradicional, hoje é comemorada a Festa de Santa Brígida.

Na meditação de hoje queremos conhecer um pouco sobre Santa Brígida da Suécia, cuja festa celebramos neste dia. Ao falar dela devemos também mencionar sua filha, Santa Catarina da Suécia, cujo memorial é celebrado no dia 24 de março.

Estes são alguns fatos históricos sobre Santa Brígida:

Brígida (em sueco Birgitta) nasceu em 1303 em Finster, perto de Upsália, da linhagem nobre Folkung. O ano de seu nascimento foi o mesmo no qual faleceram o Papa Bonifácio XIII e Santa Gertrudes de Helfta. Em 1316 Brígida casou-se com o fidalgo Ulf Gudmarsson. Seu casamento feliz produziu oito filhos, dentre eles Santa Catarina da Suécia. A morte de seu marido, a quem “amou como a seu próprio coração” marcou a grande virada em sua vida.

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Sobre o Pai-Nosso

Lc 11,1-4

Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: ‘Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos.’ Jesus respondeu: ‘Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’.

O Pai-Nosso, rezado hoje onde quer que os cristãos estejam presentes no mundo, nos dá um acesso único a Deus e nos une como filhos do mesmo Pai.

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Zelo verdadeiro e falso

Gal 1,13-24

Irmãos, certamente ouvistes falar como foi outrora a minha conduta no judaísmo, com que excessos perseguia e devastava a Igreja de Deus e como progredia no judaísmo mais do que muitos judeus de minha idade, mostrando-me extremamente zeloso das tradições paternas. Quando, porém, aquele que me separou desde o ventre materno e me chamou por sua graça se dignou revelar-me o seu Filho, para que eu o pregasse entre os pagãos, não consultei carne nem sangue nem subi, logo, a Jerusalém para estar com os que eram apóstolos antes de mim. Pelo contrário, parti para a Arábia e, depois, voltei ainda a Damasco. Três anos mais tarde, fui a Jerusalém para conhecer Cefas e fiquei com ele quinze dias. E não estive com nenhum outro apóstolo, a não ser Tiago, o irmão do Senhor. Escrevendo estas coisas, afirmo diante de Deus que não estou mentindo. Depois, fui para as regiões da Síria e da Cilícia. Ainda não era pessoalmente conhecido das igrejas da Judéia que estão em Cristo. Apenas tinham ouvido dizer que “aquele que, antes, nos perseguia, está agora pregando a fé que, antes, procurava destruir”. E glorificavam a Deus por minha causa.

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Nenhum outro Evangelho

Gl 1,6-12

Irmãos, admiro-me de terdes abandonado tão depressa aquele que vos chamou, na graça de Cristo, e de terdes passado para um outro evangelho. Não que haja outro evangelho, mas algumas pessoas vos estão perturbando e querendo mudar o evangelho de Cristo. Pois bem, mesmo que nós ou um anjo vindo do céu vos pregasse um evangelho diferente daquele que vos pregamos, seja excomungado. Como já dissemos e agora repito: Se alguém vos pregar um evangelho diferente daquele que recebestes, seja excomungado. Será que estou buscando a aprovação dos homens ou a aprovação de Deus? Ou estou procurando agradar aos homens? Se eu ainda estivesse preocupado em agradar aos homens, não seria servo de Cristo. Irmãos, asseguro-vos que o evangelho pregado por mim não é conforme critérios humanos. Com efeito, não o recebi nem aprendi de homem algum, mas por revelação de Jesus Cristo.

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Os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis

Mt 21,33-43.45-46

Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: “Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’. Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?”

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